Manias

Sempre fora um garoto normal, ótimas notas, educado, esperto, gostava de esportes, dominava os eletrônicos, bom papo, amigão mesmo, mas tinha um defeito. Bom na verdade todos nós temos defeitos, uns mais chatos, outros defeitinhos que não atrapalham em nada.
Tem gente que põe reparo em tudo, se a TV está chuviscando, se o som está um pouco alto, se a toalha da mesa está torta, se tem cabelo no travesseiro. Um pingo de molho do cachorro quente na bermuda a mãe faz trocar, o pai não gosta daquele short caído mostrando o cofre, o tio vive mandando tirar o brinco.
Manias, manias, manias… mania de ficar fazendo muxoxo, tentando tirar algo dos dentes que não está lá, coçar as partes íntimas, cuspir, enfiar o dedo no nariz, acredita que tem gente que quando fica nervosa arranca os cabelinhos do cocuruto, que confere se as portas de casa estão trancadas dezenas de vezes antes de se deitar.
Tá, isso já é TOC, mas no fundo não deixa de ser uma mania, um tique, como aquele que o seu tio tem de piscar o olho vezes seguida ou de enfiar a mão no bolso como se fosse tirar um cigarro.
Tem gente que jura que não tem. “Acha eu, não sou maluco, quero ver acharem alguma mania em mim”, daí se vira pra ir embora e enfia a mão na bunda e tenta tirar a calça do rego e repete o gesto mais umas três vezes até sumir de nossas vistas.
O caso do nosso amigo há muito deixou de ser uma mania, o problema dele era um pouco maior e o incomodava bastante. Vamos entendê-lo.
Quando criança ele ganhou de seus pais um ursinho de pelúcia e o brinquedo passou a dividir o espaço de sua cama, ninguém atentava aonde essa amizade poderia chegar.
Sempre que ele ia dormir na casa dos tios ou mesmos nas viagens lá ia o ursinho acompanhando-o, não dormia sem estar abraçadinho ao peludo. Uma vez, quando tinha seis anos a mãe esqueceu o dito cujo e o passeio se transformou em uma noite de terror, pois o garoto não conseguia dormir longe do companheiro.
O problema foi se agravando na adolescência quando teve que viajar para representar a cidade num torneio de natação que duraria o final de semana inteiro, os pais ainda brincaram “não vai levar o urso”, o olhar triste e perturbador fez com que a mãe começasse a se preocupar. Sabia que se levasse o bichinho os amigos não deixariam passar em branco.
No primeiro dia ele nadou muito bem e acabou se classificando para as finais que aconteceriam no próximo dia. Infelizmente quando chegou a noite o garoto não pregou o olho, sentia falta do objeto que durante quase toda sua vida esteve sempre ao seu lado na hora que ele ia dormir. A consequência é que não conseguiu nadar e foi desclassificado.
Ninguém compreendeu como um exímio atleta caíra tanto de produção da noite pro dia.
No próximo torneio ele teve uma ideia, tirou o forro do travesseiro e levou escondido o amigão, consequência: a medalha de primeiro lugar.
Mesmo assim a situação não podia continuar, queria se livrar daquela dependência, não sabia se era o cheiro, o apego ou seja lá o quê. Procurou ajuda profissional, psicólogos, psiquiatras, medicina alternativa, Pais de Santo. Começou a odiar o velho urso, mesmo assim chegava a noite, se ele não estivesse ao seu lado o sono não aparecia.
Com o avançar da idade, começava a viver as primeiras paixões, a maioria de seus amigos já tinham transado e ele arranjara uma garota incrível, além de bonita era superdescolada, como um dos chegados a nomeou. Sabia que ela já não era mais virgem e que mais dia, menos dia ele deixaria de ser alvo das gozações da galera por ainda não ter molhado o biscoito.
O dia chegara, foi a primeira transa, aquela coisa, nem muito bom, mas também nada ruim. Queria repetir a dose, num local mais agradável, com mais liberdade, então resolveu convidá-la para passar a noite num rancho da família. Iriam só os dois.
De malas prontas, pegou a chave do carro, já tinha avisado aos pais que iria passar a noite no rancho, algo que eles concederam sem criar empecilhos, afinal sempre tivera uma postura correta e assim tinha a confiança plena dos velhos.
Durante a despedida a mãe reparou que o urso continuava em cima da cama.
- Filho não vai levar o peludão?!?
- Não mãe, tenho que aprender a viver sem este estorvo.
E pensou:
“Hoje eu quero dormir abraçado com uma ursa”
Inibmort
Diana Bouth
Modelo, atriz, repórter, ela é multiversátil e claro muito, muito bela:






Que ver mais, corra para o teatro e assista “O Casamento”.
Via Google Imagens
Indiano planta (sozinho) floresta do tamanho de 800 campos de futebol
Débora Spitzcovsky 22 de maio de 2013
Dizem que todo homem deve plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho, mas o indiano Jadav “Molai” Payeng caprichou tanto na primeira tarefa que, talvez, tenha permissão para abrir mão das outras duas. Ele plantou sozinho (!) uma floresta de cerca de 1.400 acres – o que equivale a 560 hectares ou à área de 800 campos de futebol oficiais.
O plantio começou há mais de 34 anos, com um grande objetivo: salvar a Ilha de Majuli, localizada no nordeste da Índia, onde Payeng morava. O local estava fadado a desaparecer: considerada a maior ilha fluvial do mundo, Majuli sofria com a erosão do solo, provocada por inundações causadas pelo aquecimento global, e chegou a ter mais de 70% de seu território “engolido” pelo rio Brahmaputra.
Casas e fazendas tiveram que ser abandonadas e os animais da região começaram a morrer por não ter onde se abrigar do calor excessivo. Diante da situação, Payeng foi pedir ajuda ao governo, mas como resposta ouviu que o máximo que cresceria na região seriam bambus.
Sem ajuda, ele resolveu salvar a ilha por conta própria. E conseguiu! Payeng plantou mudas de diversas espécies em Majuli e, 34 anos depois, “construiu” uma floresta na Ilha, que é lar de animais como elefantes, tigres, rinocerontes e vários tipos de aves.
Payeng também vive por ali, em uma pequena casa que construiu por conta própria. Realizado, ele tem uma pequena fazenda, onde cultiva para subsistência, e agora será protagonista de cinema. Ele é tema do documentário Forest Man, dirigido por Will McMaster, que, além de mostrar a saga do indiano para plantar a floresta – batizada de Molai’s Woods –, vai retratar os impactos das mudanças climáticas na humanidade.
Produzido por meio de crowdfunding, o documentário deve estrear ainda em 2013 e é uma história e tanto para esta quarta-feira (22), quando é comemorado o Dia Internacional da Biodiversidade. “Payeng é um exemplo do que um homem determinado pode fazer pelo meio ambiente”, disse McMaster. Curioso para assistir ao filme? Veja o vídeo postado na plataforma de financiamento coletivo KickStarter.
Fotos: Reprodução/Forest Man
Vi na Superinteressante
Como tratar a cárie nos dentes de leite, vale a pena?
Os tratamentos são realizados considerando as características da criança (teimosia, medo, manifestações variadas) e tentando entender seu temperamento.
Além disso, é muito importante o odontopediatra entender as condutas da família, o ambiente familiar e expectativas dos pais quanto ao tratamento.
Os tratamentos são realizados com anestesia local quando necessário, o que não representa um problema, mas sim a solução para a questão da dor.
As cáries são então removidas com o “motorzinho” e o dente restaurado com material adequado. A criança só permanece com a boca aberta, na maioria das vezes, com o uso de abridores de boca. Sem seu uso, é impossível muitas vezes, realizarmos tratamentos eficazes e seguros.
A decisão dos pais permanecerem na sala e atendimento é conjunta, e depende de fatores como idade da criança e até de experiências anteriores.
Vi no Clínica Amai
Lousa digital e PCs estão esquecidos em escola
por Gabriela Contieri
Equipamento digital está abandonado no canto da sala de aula
Equipamentos digitais permanecem sem uso e se deteriorando na escola municipal Joana Casagrande Vinha, no distrito de Talhado, região de São José do Rio Preto.
Adquiridos pela Prefeitura há quase quatro anos, uma lousa digital ainda está encaixotada e 24 computadores não possuem acesso à internet. Na instituição também não existe professores de informática.
A lousa possui sistema “touch screen”, ou seja, toque na tela, que permite ao professor fazer desenhos, marcar textos e ainda exibir filmes. “Seria muito legal ter essa lousa nas aulas e também os computadores. Uso o computador em casa todos os dias, mas na escola não deixam”, diz o aluno Juliano Sezara Mendes, 8 anos.
“Meu filho reclama que não tem internet e que a lousa digital só foi usada uma vez durante uma demonstração. Isso tudo são ferramentas que não podem ficar ociosas”, afirma Jhenifer Cristina Jardim, mãe de aluno.
De acordo com professores da escola municipal, falta profissional capacitado. “Não temos quem saiba mexer na lousa, por isso não é utilizada”, diz uma delas, que preferiu não se identificar temendo represália.
A Secretaria Municipal de Educação de Rio Preto afirma que os professores são gabaritados para trabalhar com lousa digital e computadores. Mesmo após ser informada sobre a queixa de pais, alunos e professores de que os equipamentos estão parados, a secretaria diz que não tem informações de problemas no funcionamento dos computadores e lousa digital e que eles são utilizados normalmente.
Vi no iG Paulista
Certo ou errado 2?
Então… tire as suas próprias conclusões.
Pra quem não entendeu o motorista parou em cima da faixa!
Vai encarar!



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