OMISSÃO

6 de setembro de 2015 at 16:24 Deixe um comentário

Ninguém pode negar que esses são tempos difíceis. Com uma economia instável todos pagamos o preço.
O espírita, como não podia ser diferente, procura ajuda nos espíritos superiores, seja através das comunicações mediúnicas nas Casas de Oração, seja na extensa literatura.
O Livro dos Espíritos na sua questão 932 vem nos orientar do Por que, no mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons?
E a resposta vem elucidar com clareza: Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão.
Leonardo Arantes Marques em sua crônica: Omissão dos Espíritas na página do Portal do Espírito (http://www.espirito. org.br/portal/artigos/diversos/movimento/omissao-dos-espiritas.html) vem relatar uma entrevista da Sra Almerita Ribeiro do Amaral, que concorria a vereança de Vitória e ao ser questionada se a seca é uma provação ela não titubeou e respondeu sem pestanejar:
– Acho que não. Deve-se ao descaso do Governo, a quem cabe solucionar o problema irrigando o solo.
Infelizmente a candidata não obteve êxito diante das urnas, primeiro por ter  utilizado em sua propaganda eleitoral a condição de espírita e diretora da Federação Espírita do Estado, segundo por não atribuir às Divindades o castigo da seca.
Relata-se que os poucos votos que teve nem de espíritas foram.
Como vemos muitos ainda acreditam que nós espíritas devemos utilizar uma auréola ao invés de espadas.
Não estou incitando a violência, longe disso, mas não podemos ficar sentados rezando, aguardando que uma entidade espiritual venha resolver nossos problemas.
Só culpar o governo não vai resolver a situação, temos que nos unir e procurar soluções.
Imagina se Jesus virasse as costas após descer do monte e evitasse o beijo de Judas, se Chico Xavier rejeitasse os conselhos de Emmanuel, se Jerônimo Mendonça se prostasse em sua cama e não saísse mundo a fora trazendo suas lições de humildade.
Não podemos mais nos omitir às provas e expiações coletivas. Chegou a hora de utilizarmos das espadas que temos; nossa voz, cérebro, coração, a pena, que nos dias atuais fora substituída por teclados.
Somos muito mais fortes do que o mal que assola o nosso orbe, temos estrutura para lidar com o que vem por aí. Temos a história como apostila, somos guiados por uma plêiade de espíritos que já intitulou nosso país como a Pátria do Evangelho.
Não podemos deixar que fique só no rótulo, estamos sendo chamados para a grande transformação e não podemos nos omitir. Fazer da Terra um planeta de regeneração só depende de nós.

                                   Inibmort

Texto publicado no “O Farol” de setembro/2015

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