Hall da Fama: doze bandas que deveriam estar ali mas não estão

Por Bruce WilliamFonte: WAAFTradução

Recentemente o Rock And Roll Hall Of Fame publicou a lista com de onde serão escolhidos os cinco nomes que serão anunciados em dezembro e introduzidos em cerimônia a ser realizada no dia 14 de abril do próximo ano, a saber: Bon Jovi / Kate Bush / The Cars / Depeche Mode / Dire Straits / Eurythmics / J. Geils Band / Judas Priest / LL Cool J / MC5 / The Meters / Moody Blues / Radiohead / Rage Against The Machine / Rufus feat. Chaka Khan / Nina Simone / Sister Rosetta Tharpe / Link Wray e The Zombies.

Para ser elegível, a banda ou artista precisa ter lançado seu primeiro trabalho, seja em disco ou pelo menos um single, no mínimo há 25 anos, portanto para concorrer à edição de 2018 sua estreia deve ter ocorrido em 1992 ou antes. E, sendo assim, muitos artistas famosos e que já deveriam estar no Hall da Fama ainda ficarão de fora do próximo ano. Veja abaixo uma lista com doze deles, feita pelo waaf.com – acesse este link para conferir a matéria original em inglês.

01 – Iron Maiden
02 – Motörhead
03 – Soundgarden
04 – Nine Inch Nails
05 – Pantera
06 – Def Leppard
07 – The Pixies
08 – Jethro Tull
09 – The Cure
10 – Tina Turner
11 – The Smiths
12 – Slayer

Vi no Whiplash

11 de outubro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Replicas

Futuro:

10 de outubro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

A história secreta de Minerva McGonagall

A atual diretora de Hogwarts conta com um passado conturbado. Veja o que já foi revelado por J.K Rowling

A mãe de McGonagall fugiu de casa quando jovem

(mundo estranho/Mundo Estranho)

Isobel Ross, mãe de Minerva, se apaixonou perdidamente por Robert McGonagall, um ministro presbiteriano que vivia no mesmo povoado. Sabendo que os seus pais não aceitariam o seu casamento com um trouxa, Isobel decidiu fugir de casa para viver o amor proibido.

O problema é que ela demorou anos para finalmente revelar ao seu marido que era uma bruxa. Ele a aceitou do mesmo jeito, mas a revelação o chocou e a confiança entre o casal ficou abalada.

Ela é uma Hatstall

(mundo estranho/Mundo Estranho)

Hatstall é todo bruxo que faz com que o Chapéu Seletor demore para decidir a sua casa em Hogwarts. No caso de Minerva, a demora foi de pouco mais de cinco minutos. Ele ficou bastante indeciso se ela deveria frequentar a Grifinória ou a Corvinal. Depois de muito pensar, o Chapéu decidiu que ela se daria melhor na Grifinória.

A jovem Minerva foi uma excelente aluna e mostrou um talento especial para Quadribol, mas resolveu aposentar a vassoura depois de uma queda feia que a deixou com várias costelas quebradas.

Ela se apaixonou por um trouxa

(mundo estranho/Mundo Estranho)

Após se formar em Hogwarts, Minerva voltou para casa para aproveitar um último verão com sua família antes de ir para Londres ocupar uma posição no Ministério da Magia. Nessa ocasião, acabou se apaixonando por um trouxa, seguindo os passos de sua mãe.

Não demorou muito para o crush pedir a sua mão em casamento e ela aceitou imediatamente. Porém, enquanto criava coragem para contar aos seus pais, ela considerou o casamento que a sua mãe levava, com a varinha trancada e suprimindo a própria magia, e decidiu que não viveria assim.

No outro dia ela voltou para contar ao seu noivo que mudara de ideia sobre o casamento. Ele, que não sabia sobre a existência do mundo bruxo, nunca entendeu a razão de ter o seu coração partido.

O seu marido morreu tragicamente

(mundo estranho/Mundo Estranho)

Mesmo tendo decidido não se casar com o trouxa pelo qual se apaixonou na sua terra natal, McGonagall nunca deixou de amá-lo de verdade – tanto que recusou o pedido de casamento de um antigo amigo, Elphinstone.

Pouco depois da primeira derrota de Voldemort, Elphinstone insistiu na ideia do casamento. Ela aceitou com o pensamento de que deveria levar a sua vida adiante e com a condição de que manteria o seu nome de solteira. Eles passaram a viver em um pequeno chalé em Hogsmead. O casamento foi feliz, porém curto. Acidentalmente, Elphinstone foi morto por uma mordida de Tentáculos Venenosos.

Incomodada com a solidão, Minerva mudou-se para Hogwarts onde já lecionava; e destinou toda sua energia ao trabalho. Poucos notaram o quanto ela sofreu, com exceção de Dumbledore.

Vi na Mundo Estranho

9 de outubro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Bon Jovi

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Este ano meu presente do dia dos pais foi totalmente inusitado. Ao chegar em casa e me deparar com um envelope e uma foto do Allianz Parque logo percebi que minha esposa estava me dando uma entrada para assistir o show do Bon Jovi.
Depois de muito esperar o dia chegou.
Como combinado, desde antes dela adquirir os ingressos junto com a amiga Daniela Boy, saímos às cinco da manhã em direção a São Paulo.
Tendo o Dr. Everton Massud no volante, conhecedor dos mais recônditos locais entre nossa cidade e a Capital, foi nos mostrando os pontos cruciais para quem faz esse caminho.
O mesmo acontecendo na volta. De outlets aos postos e restaurantes conceituados foram nossas paradas. É claro que as senhoras adquiriam alguma coisa, na maioria das vezes para os nossos rebentos.
Chegamos em Sampa e nos hospedamos à meio quilômetro do antigo Parque Antártica.
Foi o tempo de descansar um pouco e às quinze horas partimos para a grande noite.
Uma hora e meia na fila e os portões se abriram, todo esse esforço para pegarmos um bom lugar.
Não quero puxar sardinha pro meu clube de coração, mas já do lado de fora pudemos observar a imponência da nova arena. Considerado um dos estádios mais belos do mundo, tudo ali é grande e principalmente bonito.
Pena que não deu tempo de fazer o passeio de reconhecimento, por motivos óbvios, porém da nossa posição era possível admirar os camarotes, restaurantes e aquela gigantesca estrutura.
O show de abertura começou dez minutos antes do horário e o principal também e aqui gostaria de abrir um parêntese. Não sou de ir muito a shows, porém aos que vou dificilmente começam no horário, muito pelo contrário, já fui a eventos que atrasaram de duas a três horas, um verdadeiro desrespeito para quem paga entradas.
Pra quem não conhece o Bon Jovi é uma banda estadunidense de hard rock, formada em 1982 no estado de Nova Jérsei. Até hoje, já foram vendidas mais de 130 milhões de cópias de seus trabalhos. Em turnês, o grupo já passou pelos cinco continentes. Muito lembrado pelas baladas e pela beleza dos seus integrantes, principalmente o vocalista que dá nome a banda.
Por isso nos deparamos com pessoas de todas as idades, principalmente senhoras com mais de quarenta anos.
O frontman não é só uma voz e um rostinho bonito, no alto dos seus cinquenta e cinco anos, ele dança, pula, rebola, gesticula, se emociona e lógico fez aquelas mais de setenta mil pessoas se emocionarem.
Desceu do palco e caminhou ao lado da turma do gargarejo, como é conhecido o pessoal que fica rente ao palco, como já é de praxe, fisgou uma fã e cantou especialmente pra ela em cima do palco. Nesse momento ouvíamos os suspiros gerais das moçoilas e também das nem tão moças assim e se pudéssemos pressentir-lhes os sentimentos, com certeza notaríamos a inveja em seus semblantes.
Algumas canções levaram-nas ao histerismo, claro que nossas esposas não fugiam a regra.
Aclamado pela crítica, foi um show muito melhor do que eles fizeram na noite passada no Rock in Rio. Com certeza as dezenas de milhares de pessoas que presenciaram aquele espetáculo, saíram exultantes com a performance da banda.
Não poderia deixar de registrar um dos momentos mais marcantes da nossa aventura, que foi ao sair do estádio fartos emocionalmente porém famintos literalmente.
Ambulantes vendiam pizzas na caixa por módicos dez reais. Que tipo de pizza custa dez reais? Porém o olho foi maior que a razão e pegamos uma, só depois de comê-la é que fomos nos preocupar com algum tipo de intoxicação.
Graças ao Bom Deus, nada de mal nos aconteceu, afinal já estávamos impregnados… intoxicados pelo bom e velho rock ‘n roll.

                Inibmort

7 de outubro de 2017 at 16:00 Deixe um comentário

Paolla Oliveira

Já faz tempo que ela passou por aqui.

Merece ou não merece um bis!

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5 de outubro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Estou formatando Micros!

4 de outubro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Cientistas editam genes do glúten e produzem trigo para celíacos

Em testes preliminares, pessoas sensíveis à proteína conseguiram tolerar a nova versão – que é 85% menos nociva que as convencionais

 .

Descobrir-se intolerante ao glúten significa dar um doloroso adeus ao pão na chapa de todas as manhãs. E à tradicional macarronada de domingo. E também aos bolos de aniversário – e a qualquer outra coisa que tiver em sua composição quaisquer traços de grãos como trigo, centeio e aveia.

Por mais que pareça exagero, é importante manter mesmo toda essa disciplina. Para quem é celíaco, consumir uma quantidade irrisória de glúten (como um pedaço pequeno de pão francês) pode ser suficiente para ativar sintomas desagradáveis, como vômitos e enjoos.

Como a lista de proibições é extensa, é normal que os intolerantes recorram a substitutos para esses quitutes. O problema é que preferir outros ingredientes não costuma ser uma escolha tão prazerosa, já que é graças ao glúten que achamos esses carboidratos tão gostosos. E a explicação para isso está justamente em sua composição: o glúten contém dois tipos de proteínas, as gliadinas e gluteninas, que garantem critérios como a extensibilidade e elasticidade da massa – e deixam pães e bolos com aquela aparência firme, mas fofinha.

Gliadina dá, gliadina tira. Além de garantir a consistência do pão, a proteína também contém a maior parte dos componentes nocivos aos celíacos. Moléculas não digeridas de gliadina, ao entrarem com contato com sua mucosa intestinal, causam um processo inflamatório que dá início aos sintomas.

A boa notícia é que um novo estudo espanhol se propôs a dar um fim neste dilema. Conforme descreveram no jornal Plant Biotechnology, os pesquisadores conseguiram editar geneticamente o glúten para remover parte de suas gliadinas – e desenvolver um trigo menos nocivo para quem tem doença celíaca ou intolerância.

Utilizando a técnica CRISPR (sigla em inglês para Repetições Palindrômicas Curtas Agrupadas e Regularmente Interespaçadas) os cientistas inutilizaram 35 dos 45 genes do trigo responsáveis por produzir a gliadina. Isso possibilitou a criação de um novo trigo – que despertou uma reação imune 85% menos intensa.

O retorno humano, ao menos no primeiro momento, também foi bastante favorável. Segundo disse Francisco Barro, um dos autores do estudo, em entrevista à New Scientist, o pão feito com o trigo geneticamente modificado conseguiu ser tolerado por 20 cobaias sensíveis ao glúten.

VI na Superinteressante

3 de outubro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

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