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O COMPUTADOR DE 17 REAIS! – Raspberry Pi Zero

Pra quem tá duro que nem eu!

5 de dezembro de 2017 at 9:00 Deixe um comentário

10 empresas que começaram em garagens

Muitas empresas de sucesso tiveram um começo bem humilde. Se hoje elas faturam bilhões anualmente, essa era uma realidade bem distante quando elas foram fundadas. Conheça, então, dez grandes empresas que iniciaram sua jornada em garagens e hoje são exemplos para qualquer empreendedor:

10. Amazon
A maior varejista online do planeta foi fundada em 1994, quando Jeff Bezos largou seu emprego em Wall Street para investir naquela tal de internet que estava começando na época. Ele comandava toda a operação na garagem de sua casa e marcava reuniões com clientes na livraria Barnes & Noble.

9. Grow
A famosa fabricante de jogos de tabuleiro nasceu em uma garagem no bairro da Mooca, em São Paulo. Com o sucesso de War, Super Trunfo e outros jogos, a empresa cresceu e se tornou uma das gigantes do setor de brinquedos no Brasil.

8. Dyson
Na tentativa de criar um aspirador de pó com melhor desempenho, James Dyson passou 5 anos trabalhando em sua garagem. Após 5.127 protótipos, o britânico chegou onde queria e hoje sua empresa fatura mais de 2 bilhões de dólares anualmente.

7. Lukscolor
Domingos Potomati, então com 23 anos, era um pintor de carros de luxo que tinha o sonho de ter sua própria fábrica de tintas. Em 1949 ele inaugurou a Oxford, sua sonhada fábrica, que funcionava em sua garagem. Em seguida a marca mudou de nome para Luxforde e, posteriormente, Lukscolor.

6. HP
Bill Hewlett e David Packard ainda eram estudantes na Universidade de Stanford quando se conheceram, em 1934. Já em 1939 eles abriram sua empresa em uma garagem em Palo Alto, California, com apenas 538 dólares. Um de seus primeiros clientes foi a Walt Disney Company.

5. L’Occitane
A marca de cosméticos surgiu em 1976, quando o jovem estudante Olivier Baussan transformou sua garagem em uma destilaria, com a finalidade de produzir óleo de alecrim. Seu produto era vendido em feiras e teve uma aceitação tão grande que a empresa começou a crescer rapidamente.

4. Oakley
A fabricante de óculos esportivos foi fundada em 1975, por Jim Jannard. Ele investiu 300 dólares para iniciar a operação na garagem de sua casa e deu esse nome à empresa em homenagem ao seu cão.

3. Arezzo
A tradicional marca de calçados foi fundada em 1972 pelos irmãos Anderson e Jefferson Birman, que na época produziam cerca de 50 pares de sapatos por semana na garagem de sua casa. O nome da empresa remete à uma cidade italiana e foi escolhido ao acaso, apontando para um mapa.

2. Mattel
Foi criada em 1945, na California, na garagem do casal Elliot e Ruth Handler. Ruth havia acabado de criar a boneca que se tornaria sensação mundial e que recebeu o apelido da filha do casal: Barbie.

1. Apple
Em 1976 Steve Wozniak, Steve Jobs e Ronald Wayne fundaram a Apple Computers INC., na cidade de Los Altos, na California. O nome da empresa foi inspirado por uma visita de Jobs a uma fazenda de maçãs, quando ele ainda fazia dieta frutarianista.

Vi no Lista 10

4 de dezembro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

ANDREAS ANTONOPOULOS: “DÊ DOIS ANOS AO BITCOIN”

As indústrias de tecnologia estão sempre à beira de dominar o mundo ou entrar em colapso repentinamente: biotecnologia, nanotecnologia, robótica, IA (inteligência artificial) e é claro, criptomoedas, todas vivem em um estado que se aproxima da euforia em um dia, seguida por um total desespero no outro.

E assim foi recentemente com o Bitcoin & Blockchain Summit, em São Francisco. Como em muitas conferências de bitcoin, um orador entusiasmou a audiência enquanto o seguinte só confundiu.

Estórias de limitações tecnológicas, regulamentações invasivas e consumidores desconfiados, podem deixar até o mais entusiasta dos devotos desanimado. Mas ao final da conferência One-day bitcoin-by-the-Bay (um dia de Bitcoin pela baía), os participantes receberam uma importante chamada a pegar em armas, liderada por Andreas Antonopoulos.

Antonopoulos é um especialista em segurança, empreendedor e defensor de alta visibilidade do bitcoin. Com um semblante rígido – e cabelo no estilo – da Star Trek TOS Kligon, Antonopoulos passeou pelo palco e fez história para bitcoin,  isso sem gráfico ou gamificação (gamiphication) – apenas um homem, um microfone e uma enorme convicção. A audiência deixou de lado seus smartphones, guardou seus MacBooks e devoraram-no.

A GRANDE FORÇA DO BITCOIN

Então ele vasculhou as razões pelas quais o bitcoin funciona, dizendo que o bitcoin é um processo de transações mudo. “Esta é uma de suas potentes e mais incríveis características”, proclamou Antonopoulos. É uma rede muda que suporta acessórios inteligentes, impulsionando toda a inteligência ao limite.

“Isto significa que se você construir uma nova aplicação baseada em bitcoin, você pode operar os dispositivos finais e você pode construir uma aplicação, sem precisar pedir permissão para inovar a ninguém. É a inovação sem permissão. É a inovação sem uma aprovação central.

Compare ao sistema bancário atual, ele disse – construído acerca de redes super inteligentes controladas de forma absoluta e rigorosa para entregar informações muito específicas a pontos finais muito mudos (mudos será???) . Serviços que os bancos decidem oferecer a seus clientes.

“Quando a Visa inova, apenas a visa ganha com isso. Se o Bank of America faz algo novo e atrativo, eles o fazem de forma competitiva e excluem qualquer outro banco que não implementar esta melhoria. O bitcoin é um recurso comum, cuja utilização aumenta o valor daquele recurso sem excluir ninguém. O poder de impulsionar a inteligência ao limite, de não fazer decisões centralizadas, move a inovação para as mãos dos usuários finais.”

O PIOR ANO NO BITCOIN

E quanto a 2014 ser o “pior ano em bitcoin”, Antonopoulos disse que somente é se você estiver prestando a atenção no preço. De fato, o ano foi marcado pela implantação de duas tecnologias notáveis: multi-seg e carteiras deterministas hierárquicas (hierarchical deterministic (HD) wallets).

“As companhias que inventaram e implementaram aquelas melhorias, fizeram-nas em 2012 e estamos colhendo os benefícios nos dias de hoje. E em 2014, durante “o pior ano do bitcoin”, 500 startups receberam $500 milhões em investimentos, gerando 10 mil empregos – e nenhuma daquelas inovações deu retorno ainda, porque acabaram de começar. Dêem-nos dois anos. Agora o que acontece se você jogar 500 companhias e 10.000 desenvolvedores no problema? Dêem dois anos a isto e você verá algumas coisas maravilhosas no bitcoin”.

Antonopoulos encerrou com uma previsão.

“Você coloca em um ecossistema descentralizado e aberto: open source (código aberto), open standards (padrões abertos), open networking (rede aberta), e a inteligência e a inovação impulsionarão os rumos até o limite – ponha isso contra um sistema fechado, controlado por um provedor central, onde você precisa de permissão para inovar, e quem o fizer, inovará com base na exclusão e na competitividade com outras empresas – e nós vamos esmagá-los”.

 Fonte: Inside Bitcoins

Vi na Bitcoin News

28 de novembro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Max Cavalera: “Metal é a melhor terapia do mundo”

Por Bruce WilliamFonte: Joel Gausten

Durante artigo publicado em novembro de 2017 pelo jornalista Joel Gausten no seu site, onde traça uma panorâmica da carreira de Max Cavalera, o músico conta o que o mantém até hoje, passados 35 anos, fiel ao gênero que o consagrou:

“Não é pelos prêmios ou pelo lado materialista, não dou a mínima para isto. É pelo amor ao Metal e para ouvir os fãs dizendo que eles realmente gostam do que estamos fazendo. Alguns deles chegam a dizer que isto salvou suas vidas, e minhas músicas são parte importante de suas vidas. Pra mim, esta é a coisa mais legal que posso ouvir de um fã. É o que me mantem de pé. E eu preciso disto tanto quanto eles precisam. Eu uso o Metal em minha vida diária. Quando estou depressivo ou algo assim, coloco coisas pesadas e boas e imediatamente me sinto melhor. Metal é a melhor terapia do mundo”.

Vi no Whiplash

15 de novembro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Por que você nunca deve beber café de barriga vazia

Uma recente pesquisa revelou que um dos hábitos mais tradicionais do brasileiro – de tomar café puro pela manhã – não é uma boa ideia

Quente ou gelado, forte ou fraco: tomar café é um dos hábitos mais tradicionais do brasileiro. Ao todo, 80% da população saboreia ao menos uma xícara por dia, segundo a Fipe. Inúmeras pesquisas já revelaram os benefícios da bebida, como a diminuição da mortalidade entre os amantes da cafeína e a proteção do cérebro contra a demência. Mas, embora não haja nada de errado no consumo constante, você deve se esquecer de bebê-lo de estômago vazio.

De acordo com uma pesquisa publicada pela revista americana Reader’s Digest, essa prática pode prejudicar o sistema digestivo, já que o café, quando entra em contato com o estômago, produz ácidos estomacais que podem danificar as paredes do próprio órgão, causando indigestão e azia.

Além disso, segundo a publicação, tomar café com o estômago vazio altera todo o ciclo circardiano do corpo. Ou seja, o relógio biológico deixa de funcionar de formar eficaz, devido à alteração nos níveis de cortisol – hormônio que mantém o corpo alerta e com energia. Parece contraditório, já que o senso comum acredita que é só por meio do café que o corpo acorda. Mas, na maioria das vezes, a bebida pode atrasar todo o funcionamento biológico para um bom começo de dia.

Segundo o médico e diretor da PushDoctor.co.uk, Adam Simon, em entrevista ao site britânico Express, essa rotina pode potencializar o nervosismo, a ansiedade e outros efeitos colaterais, incluindo alterações de humor. “O café também pode aumentar a freqüência cardíaca, irritabilidade e incapacidade de se concentrar”, completou. Ele recomenda que a prática seja alinhada com um café da manhã balanceado e saudável.

Este conteúdo foi publicado originalmente em Exame.com

Vi na Superinteressante

14 de novembro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

7 rituais macabros já realizados para comemorar o Halloween

Nandy

Até pouco tempo não era algo tão difundido em nosso país, mas a cada ano que se passa é um evento que ganha mais força, até mesmo por sua questão comercial. Por outro lado, é algo bastante lembrado em várias partes do mundo desde a era medieval. Inúmeros rituais macabros eram realizados durante as primeiras festividades ao Halloween (na época, conhecido como “Samhain”) realizadas na história.

Surgimento dos mortos

Muitos povos acreditavam que durante o Halloween as portas de um mundo sobrenatural que abrigava o mundo dos mortos. Neste dia, as almas dos entes queridos sairiam vagando pelo mundo dos vivos em busca de algo. E alguns lugares, as pessoas pareciam ter piedade dos mortos e deixavam  comida na porta de casa para alimentar suas almas penadas, enquanto outros deixavam a porta aberta. Alguns chegavam a preparar um lugar para que os mortos descansassem.

Bom, nem todos os mortos agiam de forma pacífica. Segundo uma lenda da Irlanda, assim que o portal dos mortos era aberto, emergia uma criatura nomeada de Aileenm, que poderia queimar toda a cidade se ficasse enfurecida. Em alguns lugares, as pessoas passavam o Halloween trancadas dentro de casa com medo desse espírito ruim.

Espíritos que preveem o futuro

Durante o Hallloween as pessoas costumavam invocar espíritos na esperança de que eles pudessem lhes contar sobre o futuro. Queriam saber se a prosperidade ou o infortúnio os aguardava. Era algo chamado de feitiçaria. Existiam várias formas de invocação, dentre elas, uma que consistia em meninos que deveriam ir até um celeiro e jogar milho no chão 3 vezes. Depois da terceira vez, um espírito passaria pelo local e tomaria a forma de adulta dos garotos que estivessem ali.

Fadas sequestradoras

Existia a lenda de que no Halloween fadas sairiam de seu mundo e andariam em direção à terra dos mortais. Pode parecer um belo momento mágico e parecido com o filme da Tinker Bell, mas era bem o contrário. Essas fadas eram monstros assustadores, lideradas pelo Rei dos Mortos. Elas cavalgariam com um exército de cães infernais em meio a nuvens tempestuosas, na intenção de fazer os recém-mortos se juntarem a eles. O pior de tudo na lenda, é que nada os impedia de fazer com que um recém-morto fosse usado naquele exato momento. Muitas famílias ficavam trancadas dentro de casa com medo do grupo de terror.

Criaturas da caverna

Oweynagat, também chamada de “a caverna dos gatos”, sem dúvida já foi considerado um dos lugares mais perigosos durante o Halloween. Segundo o que dizem as lendas, a Rainha das Fadas (ou mãe terra, de acordo com variações da lenda) teria parado neste local depois de ver todas suas criaturas vivas. Então teria adotado a caverna como sua morada. O terrível na história é que o local teria sido habitado também por espíritos malignos.

Durante o período medieval, muitas pessoas relatavam sobre o avistamento de criaturas macabras saindo de dentro da caverna. Durante o Halloween, muitos alegavam que gatos demoníacos saíam de dentro para atacar as pessoas das cidades.

Pessoas bebiam muito

Na era medieval, o Halloween marcou uma das últimas grandes safras que aconteceriam antes do inverno. Os grãos de cevada seriam completamente perdidos, visto que não haviam local para armazenamento. Como resultado, as pessoas da época bebiam bastante bebidas alcoólicas. Durante o dia das Bruxas, as pessoas passaram ficavam extremamente bêbadas. Isso ficou tão marcado que todas as histórias irlandesas antigas que mencionavam a embriaguez, se passavam durante o Halloween.

Pessoas vestidas como os mortos

Assim como o Halloween de hoje em dia, na era medieval as pessoas também costumavam se vestir como os mortos, no entanto, era algo muito mais bizarro. Elas pintavam o rosto na cor preta e cobriam o restante do corpo com palha. Desta forma, acreditavam que os espíritos vagantes os confundiriam com outros espíritos. Outros ainda matavam animais e utilizavam sua pele. Geralmente, quando você escutava o grito agonizante dos porcos, era sinal de que as festividades de Halloween tinham acabado de começar.

Sacrifício de crianças

Durante as primeiras festividades de Halloween, o sacrifício infantil era algo bastante comum. As lendas irlandesas contam que os deuses  exigiam esse tipo de sacrifício durante o festival. Supostamente, as pessoas deveriam abrir mão de um terço de todos os seus bens no início do inverno, incluindo os filhos. De acordo com a lenda, existia um lugar chamado de Mag Slecht, próprio para sacrificar as crianças.

Vi no Acredita Nisso

31 de outubro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

5 Truques Que Todo Mundo Deveria Saber

Tampa pro esqueiro é o melhor

30 de outubro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

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