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Centros Espíritas de Getulina

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Getulina é uma cidade privilegiada, pois há mais de 75 anos possui dois Centros Espíritas, aonde trabalhadores iluminados se dedicam incansavelmente ao bem estar daqueles que o procuram.
Duas Casas que se completam, o C.E. “Fé, Amor e Justiça”, situado a rua Wenceslau Brás n.º 954 e o C.E. “Amor e Caridade” com endereço a rua Washington Luiz, nº 353.
Com três dias de atendimento o CEFAG tem em suas segundas-feiras a partir das 20:00 hs o trabalho de Evangelho, com palestras, passes e água fluidificada, já as quartas-feiras, às 15 horas, uma reunião que acontece há mais de 30 anos, aonde senhoras amigas se reúnem para orar pelos necessitados e aos sábados às 10 hs acontece o trabalho de Evangelização Infantil.
Trabalho esse que tem como objetivo incutir nos pequenos o conceito de moral e responsabilidade, aonde além das lições do Mestre Jesus através da literatura ou vídeo, também são exibidos filmes com mensagens educativas, aulas de artesanato, principalmente com argila através do professor Amadeu Cantão, realização de teatros, pinturas, entre outras atividades e um agradável lanche, acompanhado de refrigerante e doces.
Já no CEAC, todas as quartas-feiras às 20 horas temos o curso de espiritismo, ministrado pela professora Leudimila Rodrigues, já as sextas-feiras também às 8 da noite, acontecem os trabalhos de comunicação mediúnica, aonde é dado o passe e a água fluidificada.
Contamos com o Núcleo de Divulgação Espírita de Getulina (NDEG), aonde além dessa mensagem que o amigo leitor encontra semanalmente no Getulina Jornal, também distribui o Jornal Espírita de Getulina “O Farol” que há 9 anos vem sendo distribuído em nossa região e a todos os cantos do mundo pela internet.
Recentemente o NDEG criou uma conta no Youtube e lá, graças ao empenho do nosso confrade Edgar Feres Filho, encontra-se as atividades que vão sendo realizadas nas Casas, elas estão acessíveis no endereço: https://www.youtube.com/channel/UCYelzy2bzH7VbX1-Owa0MYg ou digitar ‘‘Núcleo de Divulgação Espírita de Getulina’’ na pesquisa do Youtube.
Quem tem Facebook, o CEFAG tem uma página aonde divulgamos os eventos que serão realizados e também os vídeos dos que já aconteceram. É só procurar por: Centro Espírita “Fé, Amor e Justiça’’.
Muitas pessoas procuram um Centro Espírita pela primeira vez após não encontrarem respostas para os seus problemas em outras instituições religiosas.
Indivíduos que começam a ouvir vozes ou mesmo ver seres que já faleceram ou como dizemos, desencarnaram. Outros querem cura para males que a medicina não conseguiu resolver, muitos procuram uma mensagem do além sobre parentes e amigos que partiram para pátria espiritual.
Infelizmente são poucos que chegam procurando instruções de como agir para ter uma vida no mínimo satisfatória. Afinal os milhares de livros que compõe a biblioteca espírita, além de mostrar que existe vida após essa vida, também nos ensina como nos portar durante o tempo que estamos encarnados e também após o desencarne.
Saber entender os desígnios que Deus coloca na vida de cada um, pra mim foi uma das lições mais importantes que tive desde que me tornei espírita.
Entender que eu não nasci para sofrer, mas que eu preciso buscar todos os dias caminhos para ser feliz é o que me dá impulso para levantar da cama diariamente e seguir lutando ou como queira “vivendo”.
Que fora da caridade não há salvação e que reconhece-se o verdadeiro espírita, ou melhor, o verdadeiro cristão pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar as suas más inclinações, são lições que venho tentando adotar.
Muitas pessoas sentem-se encabuladas em procurar auxílio numa Casa Espírita por já seguirem uma outra religião. Só queria reforçar que você não precisa deixar de professar sua crença ao frequentar um Centro e garanto que também não vai ser forçada a se tornar Espírita.
Só não posso garantir que após beber da água da doutrina de Allan Kardec, o amigo leitor e a amiga leitora continuará com as mesmas convicções que tinha anteriormente.
Um beijo no coração!

         Inibmort

12 de agosto de 2017 at 16:00 Deixe um comentário

30 Anos da Boate Fênix

Dias atrás uma notícia estremeceu as redes sociais, principalmente para os hoje quarentões e cinquentões: a nossa querida e saudosa Boate Fênix estava completando trinta anos da sua inauguração.
Inauguração que se deu num sábado, 18/07/1987.
Infelizmente eu não pude estar presente nesse dia, afinal contava apenas com 12 anos e naquele tempo, tanto meu pai como a lei só permitiam a entrada de pessoas acima dos 14 anos. E, diga-se de passagem, a lei era cumprida à risca.
Porém acompanhei pela página do Facebook “Boate Fênix” inúmeros depoimentos de ex-funcionários e frequentadores que aquela danceteria viera para acrescentar algo que faltava em nosso município.
Muitos irão se perguntar, mas não haviam bailes em nosso município antes da Fênix? Lógico que sim, como já escrevi anteriormente bailes memoráveis, com bandas inesquecíveis, porém esporádicos.
A partir daquele sábado, estava fadado que semanalmente haveria uma noite dançante em suas dependências.
E as noites foram se multiplicando, bailes nas sextas, vésperas de feriado e a salvadora domingueira.
Não que eu nunca havia frequentado um baile. Fora as “brincadeiras” que fazíamos no fundo de nossas casas, eu já tinha dançado ao som das “Tapes Musics” no Clube Nipônico, porém a primeira vez é sempre inesquecível.
Lembro-me como se fosse hoje. Não era um domingo qualquer. Seria a primeira domingueira da Fênix, estávamos todos excitados. Umas 18:30 eu me dirigi a casa do amigo Silvinho “Batatinha”, na esquina da rua Dr. Carlos de Campos com a Dino Bueno, em frente a casa do Dr. Milton Hauy. Ali seria o ponto de encontro da nossa turma.
Compramos o ingresso, passamos pela roleta e então veio a grande surpresa. Nunca poderia imaginar que existissem tantas luzes coloridas, strobos, Kits sequenciais, Bolas malucas, até raio lazer, um grande globo que se posicionava bem no meio da pista, porém o que mais me chamou a atenção era a iluminação que vinha do chão, lembro que no começo tive receio de pisar naquele local, contudo foi só no começo.
Nunca fui um exímio dançarino, ficava mais me movimento de um lado para outro acompanhando o ritmo. Até tentei acompanhar o pessoal que juntos faziam uma coreografia, porém aquilo era muito pra mim, até mesmo quando subia pro Aconchego, espaço à parte da pista de dança, aonde só tocava música lenta, se fosse pra dançar com dois toques eu me embananava todo.
Quem imaginou que gerenciar um clube nos anos 1980/1990 era fácil não se atentou pra dificuldade em conseguir a matéria prima necessária. Naquela época não existia internet, então meu caro amigo leitor, ou você gravava uma fita cassete com as músicas que iriam tocar, o que acontecia antes da Fênix, com os bailes “tapes musics” ou morria numa grana comprando discos de vinil.
Quem teve o prazer de conhecer a discoteca da Fênix, ficava de queixo caído com a quantidade de álbuns. Lembro do seu proprietário, meu amigo Ricardo, o Ricardão contar da dificuldade que existia, pois às vezes comprava-se um disco para tocar uma única música.
Uma das minhas noites inesquecíveis foi a da festa do tetracampeonato da seleção masculina de futebol, porém ficarão na memória as noites da espuma, as noites do Rock, os bailes do Cowboy aonde funcionavam juntos a danceteria e o salão da SAG, mas a maior saudade com certeza será das gincanas.
Só tenho a agradecer ao Ricardo, que no momento que eu mais precisava ele me deu a honra de ser mais um integrante da sua equipe.
Não vou colocar outros nomes aqui, pois com certeza vai faltar alguém, porém quero parabenizar e agradecer todos que vestiram a camisa da Fênix e fizeram com que desde minha adolescência até o último dia que aquelas portas se cerraram, fossem especiais.
Hoje nosso município está destinado aos bailes realizados em bares ou salões locais, afinal o prédio que se encontrava a Boate foi vendido e serve a outras causas e o salão social da SAG, pelo que me foi confidenciado não consegue o visto para realizar eventos nas suas dependências.
É impossível afirmar se essa geração aceitaria de bom grado uma danceteria com função semanal. O que fica então é a saudade e as lembranças das noites felizes que passamos durante aqueles anos.

              Inibmort

4 de agosto de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

O FAROL # 110

Edição de Agosto

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O Farol 2

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Farol

28 de julho de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

30 anos de Fênix

Uma singela homenagem a danceteria mais saudosa de Getulina:

Saudosa Fênix

Sábado resolvi dar uma volta acompanhado de minha esposa e meu filho de 2 anos, muito me impressionou quando tive um flashback e me veio imagens de uns quinze anos atrás, quando eu ainda era solteiro e tinha um pouco mais da metade de minha idade.
A praça onde todos se encontram nesta pequena cidade já não é mais a mesma, está mais bonita, mais iluminada e muito mais espaçosa.
Recordo-me que naquela época, saiamos umas nove horas e ficávamos ali naquele recinto trocando idéia com os amigos, observando as garotas e às vezes tomávamos uma ou outra cerveja, moderadamente, pois o melhor da noite ainda estava por vir; a saudosa Boate Fênix, isto mesmo boate, mas que no caso era apenas uma danceteria. Então lá ao som do DJ Guzinho, Paulinho Macaúba, Marivaldo, dentre outros e mais recentemente o meu grande camarada Gelinho, faziam o som correr solto até as quatro da madruga. E lá sim, podíamos chapar o caneco, principalmente quando tínhamos a certeza que a única coisa que íamos pegar aquela noite seria mais uma lata. E como ainda andávamos a pé e o destino ao sair do baile eram nossas casas, não havia problema em exagerar um pouco, até porque o corpo ficava mais propicio para dançar.
Hoje não tem mais baile, às vezes um forró, ou coisa assim. A azaração corre solta no meio da rua, o “pegador” ou “pegadora” (é meu amigo as coisas mudaram), tem que exercitar sua lábia ali mesmo na praça, sem música de fundo, ou pior, com o ensurdecedor funk dos sons automotivos que insistem em concorrerem entre si, vendo quem toca mais alto.
Acho que agora entendo por que vejo tanta gente embriagada em tão tenra hora. Só com a bendita cachaça ou coisa que valha, para encontrar coragem e abordar alguém. E se por acaso tudo der certo, surge um novo problema, como um simples mortal, desprovido de veículo vai conseguir um lugarzinho para dar uns amassos sem se constranger ou constranger os transeuntes? Na época da boate, o problema estaria sanado. Afinal o local era ideal para pegação.
Desde que a Fênix cerrou suas atividades, outras pessoas tentaram reabri-la sem sucesso, ouve épocas com bailes sexta, sábado e a inesquecível domingueira, hoje infelizmente o prédio foi vendido e acredito que dali não sai mais nada. O que resta agora é apenas à lembrança dos dias felizes que passamos ali dentro, sem nos esquecermos das gincanas idealizadas pelo Ricardão, seu primeiro proprietário, e sua equipe. Mas essa história fica para uma próxima vez.

        Inibmort

21 de julho de 2017 at 11:23 Deixe um comentário

Entrevista

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Um dos meus hobbies, além dos livros, games, filmes e séries, do pôquer, são entrevistas e biografias.
Podem me chamar de curiosão, sou mesmo, assumo.
Existia um mito que o leitor da revista Playboy, gostava mesmo da entrevista. Bom, não vou dizer que só o que me interessava naquelas cento e tantas páginas era somente a entrevista, mas que toda vez que a revista que assinei entre 1998 e a última edição pela editora Abril em 2015, chegava em casa, além da capa era o nome do entrevistado que eu procurava.
De José Saramago à Clint Eastwood, de Maílson da Nóbrega ao craque Ronaldo Nazário, foram centenas de personalidades que ousaram responder as questões dos afiados entrevistadores.
Como não aprender lendo ou assistindo uma entrevista.
Sempre que posso vejo entrevistas feitas por Jô Soares, tanto no “Programa do Jô”, quanto no “Jô Soares onze e meia” que passava no SBT.
Santo Youtube, pode-se dizer que se não tem tudo, pelo menos as melhores estão lá.
Acredito que os programas de entrevista do Jô são tão importantes que deveriam passar no horário nobre.
Biografia também já li e assisti algumas, se não me engano a primeira foi o livro autobiográfico do Lobão “ 50 anos a mil”. Maravilhoso, pra quem quer saber um pouco mais sobre a história das bandas de rock dos anos 80 é um prato cheio, sem contar que o Sr. João Luiz Woerdenbag Filho não tem papas na língua e fala de tudo que lhe vem a mente.
Outro livro biográfico que li recentemente foi “Black Sabbath – A Biografia” de Mick Wall, que nos leva ao final dos anos 1960, quando quatro jovens ingleses que pouco entendiam de música resolvem se unir e por um desses milagres que acontecem esporadicamente inventam um som que vem sendo idolatrado e copiado a exaustão durante todas essas décadas.
Você que tem assinatura básica de TV pode acessar através do computador ou aparelhos com Android o aplicativo Globosat Play, nele o Canal Bis deixa a disposição do usuário uma gama de programas com entrevistas e documentários das mais diversas bandas e músicos que já pisaram num palco.
Já quem tem a Netflix é só procurar por “Documentários” e o subgênero “biográficos”,
vão encontrar reportagens do nosso maior piloto de Fórmula 1: Ayrton Senna à última musa da Soul Music: Amy Winehouse.
Está tudo ali, há um clique, só falta tempo pra conseguir digerir tudo.
Se não me falha a memória, o GJ apresentou durante um período uma série de pequenas entrevistas com personalidades do nosso município. Não tenho certeza de quem era o entrevistador, menos ainda quais pessoas foram os entrevistados.
Seria uma boa ter a seção de volta.
Cada semana uma entrevista, não precisava ser longa, que pegasse uma página já era de bom tamanho.
Também não precisava entrevistar só “figurões”, mas gente “comum”. Todo mundo tem uma história pra contar, algo pra ensinar.
Quem sabe futuramente eu me atreva a fazer algumas entrevistas e publicar na minha coluna, porém seria muito legal se outra pessoa pudesse assumir essa empreitada e começar a fazer entrevistas.
Tenho certeza que os responsáveis pelo jornal apoiariam essa ideia.
E hoje nem é tão difícil realizar uma entrevista. Dá pra fazer pelo Whatsapp, pelo Messenger ou até mesmo por email.
Se seu sonho era colaborar com o GJ, pode ser essa a oportunidade que estava esperando.
Enquanto eu não faço as minhas, vou continuar estudando, afinal o que mais tem é material de pesquisa, seja na internet ou mesmo na minha coleção de revistas.

      Inibmort

15 de julho de 2017 at 16:00 Deixe um comentário

Árbitro de Vídeo

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Todos os dias surge alguma novidade no mundo, tudo se renova, o que fica parado se estagna, literalmente não avança.
O mesmo ocorre com o esporte que consolidou a alcunha do nosso país.
O futebol não passa por uma grande transformação desde da Copa de 1970, quando pela primeira vez foram utilizados os cartões amarelo e vermelho.
A imposição pela caneleira, o acréscimo dos minutos no final de cada período ou uma ou outra mudança menos significativa, são sim mais recentes, porém não causaram um grande impacto.
Entretanto o árbitro de vídeo, que foi utilizado pela primeira vez no Mundial de Clubes da Fifa realizado no Japão o ano passado, parece que agora veio para ficar.
Quem vem acompanhando a Copa das Confederações, já vai se familiarizando com as novas situações que estão ocorrendo em decorrência desse artifício que os árbitros auxiliares estão utilizando para rever lances erroneamente interpretados pelo homem do apito.
Tudo ainda é muito novo, porém o que se tem de concreto é uma sala dotada com equipamentos de vídeo aonde outros três árbitros analisam os lances por diversas câmeras e quando surge uma dúvida eles têm que tomar uma rápida decisão e informar o juiz que fica dentro do campo se o jogo deve ser paralisado e corrigir uma jogada ou se segue o jogo.
Infelizmente alguns empecilhos vem de encontro a esta extraordinária modificação.
Primeiro, os detentores dos direitos de transmissão não aprovam que uma partida de futebol dure mais que duas horas, afinal a grade de programação não pode ser alterada, diferente de um jogo de futebol americano que pode durar até quatro horas, as redes de televisão, principalmente as abertas não podem atrasar a “próxima atração”.
Por isso, a pressão cai em cima do árbitro de vídeo, que terá segundos para analisar um lance crucial.
Muitos vão opinar que as constantes paralisações podem prejudicar a dinâmica do jogo.
Já acompanhei algumas mesas redondas e não ouvi nada a respeito do que já acontece nos esportes que utilizam dessa tecnologia.
No tênis, vôlei e no futebol americano que são esportes que eu sempre apreciei, o pedido de revisão de uma jogada cabe ao time ou atleta que sente-se prejudicado. Exemplo: no tênis quando um jogador acredita que a bola que o juiz anotou fora, caiu dentro da quadra ele pede o auxílio da imagem, se ele estiver correto mantém a chance de pedir uma nova revisão, caso contrário perde-se uma das duas oportunidades que tem direito a cada set.
O segundo vem de encontro aos hipócritas que com certeza gostam de levar vantagem em tudo, ao afirmar que sem aquele erro da arbitragem os programas esportivos iriam por água a baixo. Afinal não teriam mais o que comentar.
São bilhões de reais envolvidos nessa paixão nacional intitulada futebol, são vidas desperdiçadas nas batalhas de torcidas rivais, quantas pessoas estão envolvidas com o esporte bretão em nosso país, de ambulantes que vendem souvenires ao centro-avante capaz de calar um estádio de futebol e ao mesmo tempo incitar uma nação.
Agora Vossa senhoria vem nos dizer que o erro faz parte do folclore do futebol?!?
Tenha paciência!
Outro fator que me deixa com uma pulguinha atrás da orelha é que no momento em que essa tecnologia fizer-se obrigatória, toda partida oficial vai ter que utilizá-la, seja na final da Copa do Mundo ou numa partida da terceira divisão do campeonato mato-grossense. E daí eu me pergunto: será que teremos condições para bancar essa inovação?
Infelizmente não dá pra corrigir os erros do passado, esses irão ficar gravados na memória dos que venceram, mas principalmente dos que foram prejudicados.
O que vou continuar torcendo é para um mundo justo e se essas mudanças vierem para acabar com as dúvidas que rondam os estádios de futebol, que seja bem vinda!

               Inibmort

7 de julho de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

O FAROL # 109

Edição de Julho

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30 de junho de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

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