Posts tagged ‘Esporte’

10 torneios de futebol esquecidos

Até alguns anos atrás era comum que campeonatos surgissem do nada no meio do calendário, principalmente devido ao formato mata-mata do Brasileirão, que acabava deixando a maioria dos clubes sem jogar enquanto a competição prosseguia. Graças a isso, clubes, federações e até canais de TV acabavam criando torneios alternativos, alguns até bem legais. Relembre, então, dez desses que ficaram só na memória dos torcedores:
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10. Troféu Teresa Herrera
É um dos mais tradicionais torneios amistosos da Europa e já teve 5 equipes brasileiras campeãs. No entanto, a última participação do país na competição foi em 1999, quando o Corinthians ficou com a 3ª colocação.
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9. Torneio dos Campeões
Foi um campeonato promovido pela CBF em 1982 e reunia campeões e vices de torneios nacionais disputados no Brasil, de modo que contava com grandes clubes como Palmeiras, Atlético-MG, Fluminense, Cruzeiro, Santos e outros. Mas o campeão acabou sendo o América-RJ, que entrou no torneio como convidado.
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8. Troféu Naranja
A competição amistosa acontece desde 1959 em Valência. A última participação de clubes brasileiros, porém, foi em 1997. Na ocasião, Flamengo e Palmeiras disputaram o torneio.
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7. Torneio do Povo
Idealizado pelo Atlético-MG em 1971, reunia os clubes com as maiores torcidas de cada estado. Teve 3 edições e Corinthians, Flamengo e Coritiba como campeões.
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6. Copa Euro-América
Organizada por Conmebol e Uefa, reunia equipes de ambas as federações para um triangular ou quadrangular. O Palmeiras venceu o torneio em 91 e 96. O São Paulo sagrou-se campeão em 99.
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5. Supercopa do Brasil
Em 1990 e 1991 a CBF promoveu o encontro entre o campeão brasileiro e o da Copa do Brasil, como acontece em vários países. Infelizmente, só houve essas duas edições. E um detalhe curioso: A CBF esqueceu de mandar fazer o troféu em 90 e o campeão Grêmio foi para casa de mãos abanando.
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4. Supercopa Conmebol
Também conhecida como Copa Master da Conmebol, teve apenas uma edição, vencida pelo São Paulo, em 1996. A intenção do torneio era reunir os campeões da Copa Conmebol dos anos anteriores.
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3. Taça Maria Quitéria
Maria Quitéria foi a primeira mulher a participar de uma unidade militar no Brasil, em 1822. Em sua homenagem a Federação Baiana de Futebol criou o torneio, que teve três edições, com todos os jogos sendo realizados no Estádio Fonte Nova.
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2. Copa Sul
Criada pela CBF em 1999, era disputada por clubes da Região Sul e dava vaga para a Copa Conmebol. Teve apenas uma edição, que foi vencida pelo Grêmio. No ano seguinte passou a contar com clubes de Minas Gerais e tornou-se Copa Sul-Minas.
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1. Seletiva da Libertadores
A criação de um torneio foi a solução encontrada pela CBF para distribuir uma das duas vagas recém criadas pera o país na Libertadores de 2000 (a outra ficou para o vice-campeão brasileiro). Conforme os clubes iam sendo eliminados do mata-mata, iam entrando na Seletiva, que terminou com o Atlético-PR campeão.
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Vi no Lista 10

14 de agosto de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Árbitro de Vídeo

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Todos os dias surge alguma novidade no mundo, tudo se renova, o que fica parado se estagna, literalmente não avança.
O mesmo ocorre com o esporte que consolidou a alcunha do nosso país.
O futebol não passa por uma grande transformação desde da Copa de 1970, quando pela primeira vez foram utilizados os cartões amarelo e vermelho.
A imposição pela caneleira, o acréscimo dos minutos no final de cada período ou uma ou outra mudança menos significativa, são sim mais recentes, porém não causaram um grande impacto.
Entretanto o árbitro de vídeo, que foi utilizado pela primeira vez no Mundial de Clubes da Fifa realizado no Japão o ano passado, parece que agora veio para ficar.
Quem vem acompanhando a Copa das Confederações, já vai se familiarizando com as novas situações que estão ocorrendo em decorrência desse artifício que os árbitros auxiliares estão utilizando para rever lances erroneamente interpretados pelo homem do apito.
Tudo ainda é muito novo, porém o que se tem de concreto é uma sala dotada com equipamentos de vídeo aonde outros três árbitros analisam os lances por diversas câmeras e quando surge uma dúvida eles têm que tomar uma rápida decisão e informar o juiz que fica dentro do campo se o jogo deve ser paralisado e corrigir uma jogada ou se segue o jogo.
Infelizmente alguns empecilhos vem de encontro a esta extraordinária modificação.
Primeiro, os detentores dos direitos de transmissão não aprovam que uma partida de futebol dure mais que duas horas, afinal a grade de programação não pode ser alterada, diferente de um jogo de futebol americano que pode durar até quatro horas, as redes de televisão, principalmente as abertas não podem atrasar a “próxima atração”.
Por isso, a pressão cai em cima do árbitro de vídeo, que terá segundos para analisar um lance crucial.
Muitos vão opinar que as constantes paralisações podem prejudicar a dinâmica do jogo.
Já acompanhei algumas mesas redondas e não ouvi nada a respeito do que já acontece nos esportes que utilizam dessa tecnologia.
No tênis, vôlei e no futebol americano que são esportes que eu sempre apreciei, o pedido de revisão de uma jogada cabe ao time ou atleta que sente-se prejudicado. Exemplo: no tênis quando um jogador acredita que a bola que o juiz anotou fora, caiu dentro da quadra ele pede o auxílio da imagem, se ele estiver correto mantém a chance de pedir uma nova revisão, caso contrário perde-se uma das duas oportunidades que tem direito a cada set.
O segundo vem de encontro aos hipócritas que com certeza gostam de levar vantagem em tudo, ao afirmar que sem aquele erro da arbitragem os programas esportivos iriam por água a baixo. Afinal não teriam mais o que comentar.
São bilhões de reais envolvidos nessa paixão nacional intitulada futebol, são vidas desperdiçadas nas batalhas de torcidas rivais, quantas pessoas estão envolvidas com o esporte bretão em nosso país, de ambulantes que vendem souvenires ao centro-avante capaz de calar um estádio de futebol e ao mesmo tempo incitar uma nação.
Agora Vossa senhoria vem nos dizer que o erro faz parte do folclore do futebol?!?
Tenha paciência!
Outro fator que me deixa com uma pulguinha atrás da orelha é que no momento em que essa tecnologia fizer-se obrigatória, toda partida oficial vai ter que utilizá-la, seja na final da Copa do Mundo ou numa partida da terceira divisão do campeonato mato-grossense. E daí eu me pergunto: será que teremos condições para bancar essa inovação?
Infelizmente não dá pra corrigir os erros do passado, esses irão ficar gravados na memória dos que venceram, mas principalmente dos que foram prejudicados.
O que vou continuar torcendo é para um mundo justo e se essas mudanças vierem para acabar com as dúvidas que rondam os estádios de futebol, que seja bem vinda!

               Inibmort

7 de julho de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

O único registro em vídeo de uma luta real do Bruce Lee

bruce-lee

Segundo estão divulgando, este é o único registro em vídeo de uma luta real do Bruce Lee. O adversário é Ted Wong, um dos melhores alunos dele. A luta se deu usando equipamentos de segurança para manter a integridade física dos dois, mas os movimentos e golpes estavam livres.

Vi no Buteco da Net

 

20 de junho de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Fair-play

Imagem relacionada

Essa semana o caso “Rodrigo Caio” voltou a tona. Durante uma entrevista, o ex-goleiro “mito” Rogério Ceni, hoje técnico do São Paulo Futebol Clube, colocou em dúvida a escalação do zagueiro do seu time para a seleção brasileira.
Com o seguinte depoimento: “Talvez o Rodrigo e o Tite sejam pessoas melhores que eu. Dentro do calor do jogo, com objetivo sempre da vitória…” “…Se eu fosse treinador da Seleção, eu o levaria pelo futebol que joga, não pela atitude de tomar um cartão, porque senão daqui a pouco cada um que acusar cartão tem que ser convocado.” Deu-se a entender que Rodrigo estaria sendo escalado pelo belo gesto que realizou na semifinal do Campeonato Paulista e não pela bola que joga.
Gesto esse que lhe rendeu elogios não só de repórteres e jogadores brasileiros, mas de diversas personalidades mundo afora.
Pra quem ainda não sabe o que se passou. Foi no primeiro jogo da semifinal do Campeonato Paulista, quando numa bola disputada na área do time tricolor o atacante Jô do Corinthians fora punido com o cartão amarelo, cartão esse que o tirava do jogo de volta, pelo acúmulo de três cartões. Só que o zagueiro Rodrigo Caio assumiu que foi ele quem tocou no goleiro e no mesmo instante o árbitro retirou o cartão e parabenizou o jogador pela HONESTIDADE.
Pra piorar a situação, no jogo de volta o atacante Jô, que acabou jogando por não ter acumulado o terceiro cartão amarelo, fez o gol que acabou com as esperanças do tricolor de ir para as finais.
Num mundo de “Eu gosto de levar vantagem em tudo” o gesto de nobreza visto em rede nacional ainda provoca reações adversas.
Não foram poucos que se revoltaram com a atitude do jogador. E olha que não estou citando apenas atletas e torcedores do São Paulo, ouvi pessoas declamando que tem que ter malícia no esporte, que no amor e na guerra vale tudo, como se o futebol fosse um campo de batalha.
Esquecem-se que nossos filhos acompanham as partidas do esporte bretão desde tenra idade, apaixonados pelos escudos e cores de seus times muitos não perdem nenhuma partida, com certeza prestam mais atenção a cada lance do que as lições descritas no quadro negro.
Seria essa a educação que queremos dar as gerações vindouras? O exemplo entoado por Bezerra da Silva que “malandro é malandro e mané é mané”. Com certeza queremos um mundo livre de manés, entretanto sabemos que a vida do malandro tem dois desfechos: cemitério ou cadeia.
Estamos acompanhando uma das eras mais obscuras na política nacional. A todo momento um novo nome aparece ligado à extorsão de cifras milionárias, quiçá bilionárias.
De mega empresários a presidentes da república, todos chafurdados na lama pútrida da corrupção.
O que vamos deixar para os nossos filhos e netos? E eu como espírita crente na lei da reencarnação, espero voltar pra esse planeta. O que vai restar pra mim?
Não da pra esperar mais, chegou a hora de arregaçarmos as mangas e lutarmos para que possamos ter um futuro digno.
Indiferente de que clube você torce, qual o seu partido político ou a fé que professa, precisamos nos unir, acreditar que ainda dá tempo.
Tempo de transformar esses serezinhos que nos são confiados pelo Pai Maior em homens e mulheres de bem. E só tem um jeito de fazermos isso; Dando o exemplo!

           Inibmort

27 de maio de 2017 at 16:00 Deixe um comentário

Poker

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Reconhecido em abril de 2010 como esporte da mente, o pôquer passou a ter o mesmo status que o xadrez.
Diferente do que as esposas, mães, tias e avós creem o Texas Hold’en não é um jogo de azar.
Hold’en é a modalidade do jogo em que cada jogador recebe duas cartas e outras cinco são abertas na mesa entre as apostas, vencendo aquele que se manter pagando as apostas e tiver a melhor combinação de cartas entre as sete.
A maioria das “mãos”, como é conhecida cada rodada do jogo, não termina com as cinco cartas abertas, porque os competidores acreditam que o apostador tem melhor jogo.
Costumo dizer aos principiantes que o jogo em si é facílimo de aprender, que basta decorar uma sequência de possibilidades que vai de uma carta maior ao tão sonhado royal straight flush, que consiste em ter um jogo com as cartas dez, valete, dama, reis e ás do mesmo naipe.
O que dificulta a jogabilidade são as apostas, que começam antes das cartas serem abertas na mesa, pois como já foi dito todo jogador começa com duas cartas em sua mão e cinco fechadas, viradas para baixo, na mesa e nesse momento faz-se as primeiras apostas.
O bom jogador sabe quando abandonar o jogo ao ver as duas primeiras cartas, ou aumentar a aposta. Consequentemente após apostarem ou abandonarem, se restou no mínimo duas pessoas, é aberta as três primeiras cartas, faz-se novamente as apostas, abre-se a quarta carta, aposta-se novamente, então mostra-se a quinta e assim os jogadores que se manterem à mesa podem conferir com exatidão qual tipo de combinação ele tem, então acontece a última oportunidade de apostar.
Outra dificuldade do poker é saber analisar o adversário. O filme “Cartas na Mesa”, tem como protagonista o ator Matt Damon, que personifica o estudante Mike, exímio leitor de adversários. Há uma cena que ele descreve as cartas de seus professores. Seria a magia de Hollywood ou existem mesmo pessoas capazes de analisar totalmente um ser humano em decorrência dos seus trejeitos?
Muitos nos perguntam se o jogo é legalizado. A respeito da legalidade dos jogos, eles podem ser classificados em três formas distintas: os jogos autorizados, os tolerados e os proibidos. Por autorizados, entende-se que são aqueles em que a chancela do poder público autoriza e/ou colabora para sua existência, é, por exemplo, a loteria federal. Jogos tolerados são aqueles que apesar da não proibição do estado, não recebem o seu amparo, ou seja, não há proibição assim como não há autorização expressa, nesta modalidade o ganho ou a perda do jogador não depende exclusivamente ou principalmente da sorte, mas, acima de tudo, da habilidade. Como jogos proibidos tem-se aqueles em que a norma penal tratou como delito, são jogos ilícitos, que em suma dependem exclusivamente ou principalmente da sorte.*
Como pudemos analisar o poker não é um jogo de sorte, muito menos de azar, depende da destreza dos seus competidores em saber a hora certa de agir.
Não tive ainda a oportunidade de conhecer às inúmeras casas de pôquer que pipocam por nossa região, os amigos que lá estiveram jogando torneios ou cash games, na maioria das vezes enaltecem o profissionalismo de seus administradores.
Tenho certeza que o poker chegou para ficar, não que seja um jogo novo, registros da Wikipédia, sem exatidão, demonstram que ele fora criado em 1934 por Jonathan H. Green.
Porém a modalidade jogada com mais frequência hoje em dia, principalmente na internet é o Texas Hold’en, acredita-se criado na primeira década do século vinte, cujo último WSOP (Word Series of Poker), premiou Qui Nguyen, jogador vietnamita naturalizado americano, com o bracelete (sonho de todo jogador profissional) e a bagatela de 8.005.310,00 dólares.
Então querido amigo leitor, quer levantar uma grana, apenas passar o tempo ou desenvolver seu intelecto, comece a praticar esse esporte que ainda vai dar muito o que falar.

            Inibmort

(*https://sandroalbuquerque.jusbrasil.com.br/artigos/112343990/a-legalidade-dos-jogos-de-poker-no-ordenamento-juridico-brasileiro-breves-consideracoes)

20 de maio de 2017 at 16:00 Deixe um comentário

Por que o Reino Unido disputa a olimpíada como uma única nação?

É bem diferente da Copa do Mundo, onde Inglaterra, Escócia e País de Gales têm seleções separadas. Por que existe essa diferença?

PERGUNTA Toni, São Paulo, SP

A dúvida é compreensível, já que, na Copa do Mundo, cada país componente do Reino Unido tem sua própria seleção. A resposta é complicada, mas, em poucas palavras, por tradição. Nos Jogos Olímpicos, todos os territórios da coroa britânica competem como “Time Grã-Bretanha”. O problema é que “Grã-Bretanha” exclui todas as ilhas que não a principal, onde ficam Inglaterra, Escócia e País de Gales.

Sim, isso chateia muita gente, mas trocar por “Time Reino Unido” não adiantaria nada, pois alguns territórios, como Gibraltar, que fazem parte do time olímpico, não fazem parte do Reino Unido. Tudo isso porque desde os primeiros Jogos Olímpicos modernos, de 1896, essas delegações jogaram juntas, e permaneceram assim porque a separação não era de interesse de ninguém – sozinha, a Inglaterra estaria abaixo da Rússia no ranking de medalhas, e os outros territórios iriam lá para os cafundós da tabela.

Na Copa, a história é outra: a Inglaterra e a Escócia “inventaram” o esporte e criaram uma rivalidade desde 1872, antes de a Fifa existir. Então os países do Reino Unido preferiram seguir jogando separadamente, como nos velhos tempos.

Vi na Mundo Estranho

16 de maio de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Veja campeões estaduais do final de semana

Corinthians x Ponte Preta

Acompanhe os campeões da rodada final dos estaduais de todo o Brasil

Campeonato Carioca – Como sempre repleto de emoções, mais um Carioca foi encerrado pelo clássico Fla-Flu. Logo nos primeiros minutos, o Fluminense tirou a vantagem obtida pelo rival no jogo de ida. Mas o Flamengo veio pressionando logo depois, marcou o primeiro e aproveitou a expulsão do goleiro Diego Cavalieri para cravar o segundo e conquistar seu 34º título estadual. Rodinei e Guerrero foram os autores dos gols rubro-negros. Do lado tricolor Henrique Dourado marcou o único do Fluminense no jogo.

Campeonato Paulista – O confronto final entre Corinthians e Ponte Preta terminou empatado em 1 a 1, mas a vitória do Timão por 3 a 0, no Moisés Lucarelli, garantiu ao Corinthians seu 28º título estadual. No jogo desde domingo, Romero e Marllon marcaram os gols.

Campeonato Mineiro – No Horto, o Atlético-MG venceu o Cruzeiro com gols de Elias e Robinho e chegou ao seu 44º título mineiro. Havia dois anos que o Galo não derrubava o Cruzeiro. O Atlético precisava apenas de um empate, mas garantiu o título com vitória por 2 a 0 em cima da Raposa. Ábila fez o gol do Cruzeiro.

Campeonato Capixaba – No Estádio Sumaré, o Atlético Itapemirim se sagrou campeão invicto, após vencer o Doze de virada por 2 a 1. Na primeira partida, os times haviam empatado em 2 a 2.

Campeonato Brasiliense – Também de virada, o Brasiliense garantiu seu nono título, ao vencer o Ceilândia por 3 a 2 no Mané Garrincha, com gols de Reinaldo, Nunes e Souza. Os dois do Ceilândia foram marcados por Romarinho, artilheiro do campeonato com 13 gols.

Campeonato Sergipano – O Itabaiana precisava de um empate para garantir o título, mas o Sergipe surpreendeu com um gol, o único da partida, feito por Thiago Silvy, e, no Etelvino Mendonça, o Dragão conquistou mais uma taça.

Campeonato Potiguar – No Frasqueirão, o ABC aproveitou a vantagem adquirida na vitória por 1 a 0 sobre o Globo no primeiro jogo e se garantiu no empate em 0 a 0. Sem gols, o dono da casa levou seu 54º caneco do Estadual.

Campeonato Cearense – Na Arena Castelão, o Ceará bateu o Ferroviário por 2 a 0 e garantiu seu 44º título estadual. Os gols foram marcados por Wallace, que saiu do banco de reservas para deixar sua marca na final, e por Raul, formado na base do clube, que marcou seu primeiro gol como profissional.

Campeonato Paranaense – Coritiba se garantiu na partida de ida, ao marcar três gols contra o Atlético-PR. Neste domingo, o empate em 0 a 0 deu o título ao Coxa, que chega à sua 38º conquista estadual.

Campeonato Paraense – Bérgson marcou os dois gols da vitória do Paysandu sobre o Remo, que marcou um com Rodrigo Miranda. Com a conquista, o time chega ao seu bicampeonato.

Campeonato Alagoano – CRB venceu a segunda partida das finais e conquistou seu 30º título estadual. Neto Baiano marcou duas vezes no mata-mata. Adalberto, Mailson finalizaram com o terceiro gol. Do lado do CSA, Celsinho e Daniel Costa diminuíram. A conquista foi a quinta do CRB em seis anos.

Campeonato Amapaense – Contra o Trem, o Santos-AP conquistou seu tetracampeonato e quinto troféu estadual de sua história. No empate em 1 a 1, o alvinegro garantiu a taça nos pênaltis, em que conseguiu bater o adversário por 3 a 1.

Campeonato Sul-Mato-Grossense – Após 33 anos, o Corumbaense venceu o Novo por 2 a 1 e levou para casa a taça do Estadual de 2017. O zagueiro Julio, do Novo ainda deu uma baita ajuda ao marcar um gol contra aos 33 minutos do segundo tempo. Willian marcou o segundo do Corumbaense ainda no primeiro tempo e Luan marcou o único a favor do Novo.

Campeonato Paraibano – Botafogo-PB empatou com o Treze em 1 a 1, mas pela vitória por 3 a 2 na partida de ida, garantiu a vantagem e conquistou seu 28º título estadual.

Vi no Lance

8 de maio de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

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