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Trânsito

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Não precisa ser um gênio para perceber que o nosso trânsito anda caótico. Que a cada dia está mais difícil conduzir e principalmente estacionar. Só quem dirige pode dizer.
Também é pura realidade que por mais que se estude, não existe uma solução a curto prazo e especialmente de baixo custo.
Ultimamente os legisladores colocaram uma nova gama de multas para tentar reduzir a incidência de acidentes, já que o nosso país é o quinto no mundo em mortes no trânsito.
Também intensificou a gravidade de algumas, como no caso de quem ultrapassa outro veículo em trecho com a marcação longitudinal de linha dupla contínua, antes era considerada como multa normal, agora passou a ser gravíssima.
Consideramos que esse tipo de condução irregular era um dos maiores causadores de acidente.
Outro tipo de infração que está causando um grande impacto na sociedade é a chamada lei seca, que está punindo com rigor aqueles que são autuados dirigindo sob a influência de álcool.
Com certeza esse deve ser a maior causa de acidentes.
Já ouvi relatos de pessoas que no outro dia, depois de ir embora embriagado, não sabia como chegou em casa com o carro.
Muita gente diz que a lei está muito “pesada”, que estão fazendo de tudo para conseguir angariar dinheiro através da multa.
Vou ser sincero, como é difícil andar a 80 por hora, ainda mais quando o veículo que estamos pilotando tem um pouco de potência, porém acredito que se todos obedecerem as placas o número de acidentes vai diminuir.
Pra quem acha que as nossas leis são severas tem que ouvir essa história:
Conta um amigo que esteve de passagem pelos Estados Unidos e conduzia por aquelas estradas solitárias, com uma paisagem semi-árida, dessas que comumente vemos nos filmes.
Aproveitou a ocasião e acelerou além do limite. Ele me confirma que não sabe de onde surgiu um carro de polícia e o fez parar, autuando-o na mesma hora.
Os oficiais portavam a máquina de cartão de crédito e a multa teria que ser paga no ato e ainda entregaram-lhe uma convocação para que em alguns dias ele se apresentasse numa delegacia para colherem o seu depoimento, não interessando se ele estaria naquela localidade durante o dia marcado.
Bem se isso ocorreu mesmo eu não posso afirmar, mas foi o que ele me disse.
Porém existe uma infinidade de histórias reais pela qual eu mesmo vivenciei e só pela graça de Deus continuei vivo pra poder contar.
Uma das mais terríveis aconteceu num passeio de fim de semana aonde eu com minha família (eu ainda só tinha um filho), meu sogro e minha cunhada, íamos no sentido Getulina/Rio Preto. Era um dia chuvoso e durante uma ultrapassagem só notei que uma perua Kombi com os faróis apagados encontrava-se na pista uns poucos metros de nos colidir.
Acredito que mais por instinto do que perícia, joguei o carro pro acostamento e foi ralando o pneu no guard rail. Mais uma vez a vontade divina imperou e saímos são e salvos, apenas com algumas avarias no pneu.
Outras menos graves eu passo diariamente nas ruas da nossa cidade sorriso.
Quando eu conduzia a moto da Santa Casa e vinha na Rua Dino Bueno eu parava sempre no cruzamento com a Rua Armando Salles de Oliveira, em frente ao Postão, mesmo sendo minha mão, pois os carros e principalmente caminhões passam a toda por ali sem dar bola para placa de pare.
O mesmo nas duas esquinas da Rua Julio Prestes, quando vira Nove de Julho, tanto em frente ao antigo Banco do Brasil, quanto no Ponto de Taxi.
Se está cada dia mais fácil tomar uma multa, também temos que concordar que só com muita educação, vamos ter a tão almejada paz no trânsito.

              Inibmort

21 de outubro de 2017 at 16:00 Deixe um comentário

Abelha

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Entre o colegial e a faculdade fiquei um ano e meio sem estudar nem trabalhar. Hoje entendo o porque. O Pai Maior estava me preparando para estes vinte e dois anos que se seguiram após esta época.
Porém naqueles dias vivia rodeado por amigos e lógico, namoradas.
Contudo vamos deixar as moçoilas de lado e focar nos amigos.
Nosso ponto de encontro era na frente do escritório do Rui ou na casa do John, Rodrigo Mituiti Sonehara, filho da Dirce que hoje está cuidando da floricultura.
Turma grande aquela, principalmente nas férias escolares que o pessoal se multiplicava. Entretanto quando não era férias ou fim de semana, ficávamos jogando baralho na esquina ou bolando arte. E quando eu digo arte, não estou falando em escultura, pintura ou algo do gênero, estou falando de bagunça.
Logo que apareceu alguém com carteira de motorista os passeios tornaram-se mais loucos que os outros, um dos que não me esqueço eram as visitas ao cemitério, sempre tinha um que se borrava de medo.
Mas uma das noites que irão ficar eternizadas em nossas memórias foi quando resolvemos invadir a sede recreativa da SAG de noite.
Ouvimos falar que outras turmas já tinham ido lá para nadar de madrugada, eu mesmo confessei que sabia de um buraco na cerca aonde conseguia entrar e ficar sossegadinho lá dentro com uma paquera.
O pessoal se animou, só um ou outro contestou a aventura, rebatiam que era perigoso, que a janela da vizinha dava de frente com a piscina, que o cloro poderia nos causar mal, até cair todos os pelos do nosso corpo, outros iam mais longe, poderíamos ser presos.
O pai de um dos amigos era policial e o mesmo nos assegurou que se o problema tinha a ver com lei, podíamos ficar sossegados, que ele segurava as pontas.
Combinado então, descemos pela Rua Julio Prestes e enquanto eu caminhava para mostrar a entrada “secreta”, um dos malucos escalou o muro e pulou para dentro.
Consequentemente os outros foram fazendo o mesmo, e aqueles que não conseguiam transpor o obstáculo eram auxiliados pelos demais.
Logo estávamos lá dentro, uns dez adolescentes.
Observamos a janela da casa vizinha e a luz encontrava-se apagada.
Quando menos percebi uns três já tinham caído na água. Todos foram sacando suas bermudas e camisetas e caindo só de cuecas, mas um infeliz fez questão de pular só de meia.
Tudo corria bem, tentávamos fazer o máximo de silêncio possível.
Até que uma mente brilhante falou:
– Vamos nadar na piscina média.
Todos caíram na gargalhada, afinal uma das regras da Sociedade era que a pessoa que utilizava a piscina grande não podia entrar na média.
Então o autor da piada saiu correndo e gritando feito louco e deu um pulo “bomba” na piscina.
Bem, se até aquele momento não tínhamos chamado a atenção de ninguém, após aquele ato, até quem estava do outro lado da cidade tinha nos ouvido.
Foi um tal de pegar short, camiseta, cueca, meia, tênis, tentar se vestir e correr para pular o muro.
Infelizmente um dos camaradas, que desde o começo da aventura, foi o que mais titubeou em nos acompanhar, ficou para trás e dominado pelo pânico não conseguia medir suas ações e se enrolou todo para sair.
Foi um chororô só, porém já lá fora, são e salvos o questionamos do por que das lágrimas.
Na maior cara de pau ele já calmo, virou para galera e proferiu:
– Foi uma abelha que me picou.

       Inibmort

14 de outubro de 2017 at 16:00 Deixe um comentário

Bon Jovi

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Este ano meu presente do dia dos pais foi totalmente inusitado. Ao chegar em casa e me deparar com um envelope e uma foto do Allianz Parque logo percebi que minha esposa estava me dando uma entrada para assistir o show do Bon Jovi.
Depois de muito esperar o dia chegou.
Como combinado, desde antes dela adquirir os ingressos junto com a amiga Daniela Boy, saímos às cinco da manhã em direção a São Paulo.
Tendo o Dr. Everton Massud no volante, conhecedor dos mais recônditos locais entre nossa cidade e a Capital, foi nos mostrando os pontos cruciais para quem faz esse caminho.
O mesmo acontecendo na volta. De outlets aos postos e restaurantes conceituados foram nossas paradas. É claro que as senhoras adquiriam alguma coisa, na maioria das vezes para os nossos rebentos.
Chegamos em Sampa e nos hospedamos à meio quilômetro do antigo Parque Antártica.
Foi o tempo de descansar um pouco e às quinze horas partimos para a grande noite.
Uma hora e meia na fila e os portões se abriram, todo esse esforço para pegarmos um bom lugar.
Não quero puxar sardinha pro meu clube de coração, mas já do lado de fora pudemos observar a imponência da nova arena. Considerado um dos estádios mais belos do mundo, tudo ali é grande e principalmente bonito.
Pena que não deu tempo de fazer o passeio de reconhecimento, por motivos óbvios, porém da nossa posição era possível admirar os camarotes, restaurantes e aquela gigantesca estrutura.
O show de abertura começou dez minutos antes do horário e o principal também e aqui gostaria de abrir um parêntese. Não sou de ir muito a shows, porém aos que vou dificilmente começam no horário, muito pelo contrário, já fui a eventos que atrasaram de duas a três horas, um verdadeiro desrespeito para quem paga entradas.
Pra quem não conhece o Bon Jovi é uma banda estadunidense de hard rock, formada em 1982 no estado de Nova Jérsei. Até hoje, já foram vendidas mais de 130 milhões de cópias de seus trabalhos. Em turnês, o grupo já passou pelos cinco continentes. Muito lembrado pelas baladas e pela beleza dos seus integrantes, principalmente o vocalista que dá nome a banda.
Por isso nos deparamos com pessoas de todas as idades, principalmente senhoras com mais de quarenta anos.
O frontman não é só uma voz e um rostinho bonito, no alto dos seus cinquenta e cinco anos, ele dança, pula, rebola, gesticula, se emociona e lógico fez aquelas mais de setenta mil pessoas se emocionarem.
Desceu do palco e caminhou ao lado da turma do gargarejo, como é conhecido o pessoal que fica rente ao palco, como já é de praxe, fisgou uma fã e cantou especialmente pra ela em cima do palco. Nesse momento ouvíamos os suspiros gerais das moçoilas e também das nem tão moças assim e se pudéssemos pressentir-lhes os sentimentos, com certeza notaríamos a inveja em seus semblantes.
Algumas canções levaram-nas ao histerismo, claro que nossas esposas não fugiam a regra.
Aclamado pela crítica, foi um show muito melhor do que eles fizeram na noite passada no Rock in Rio. Com certeza as dezenas de milhares de pessoas que presenciaram aquele espetáculo, saíram exultantes com a performance da banda.
Não poderia deixar de registrar um dos momentos mais marcantes da nossa aventura, que foi ao sair do estádio fartos emocionalmente porém famintos literalmente.
Ambulantes vendiam pizzas na caixa por módicos dez reais. Que tipo de pizza custa dez reais? Porém o olho foi maior que a razão e pegamos uma, só depois de comê-la é que fomos nos preocupar com algum tipo de intoxicação.
Graças ao Bom Deus, nada de mal nos aconteceu, afinal já estávamos impregnados… intoxicados pelo bom e velho rock ‘n roll.

                Inibmort

7 de outubro de 2017 at 16:00 Deixe um comentário

O FAROL # 112

Edição de Outubro

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Farol

29 de setembro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

FURTO

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Terça-feira ao me levantar, como de costume, após executar meus afazeres matinais, fui checar as mensagens no aparelho celular.
Um misto de horror e fúria se instalou em meu ser ao ler que o Centro Espírita que frequento tinha sido depredado.
Confrades que residem perto do local foram me passando os detalhes após uma melhor averiguação, concluiu-se que a Casa tinha sido invadida por alguém que entrara pelo buraco do vitrô avariado.
Como esses amigos tinham viajem programada e já estavam atrasados me pediram se eu poderia resolver o problema.
Só pedi que aguardassem a minha chegada.
Chegando ao local, concluímos que fora o prejuízo moral, só os vidros quebrados e um micro system da marca Multilaser não se encontrava no local.
Nada fora revirado, só uma caixinha que colocamos pedidos estava arrombada. Acredito que o invasor estava mesmo atrás de dinheiro e imaginou que deveria haver algum valor ali.
Bom, minha primeira ação foi ligar para o “190”, aonde expliquei o porquê da ligação. Minutos depois um carro com dois policiais estacionou defronte a residência e fizeram o seu trabalho. Terminando me orientaram a procurar a delegacia e fazer um B.O. (boletim de ocorrência).
Me dirigi a delegacia a rua Julio Prestes e conversei com a investigadora Ana Beatriz, que tomou o meu depoimento e pediu para que eu aguardasse a ligação da polícia científica, que viriam de outra cidade para analisar a cena do crime.
Tudo isso aconteceu entre oito e meia até as dez horas da manhã.
Voltei para minha casa, fui almoçar como de praxe na casa dos meus pais e já de volta em casa, umas treze e trinta recebi o telefonema dos policiais dizendo que estavam saindo de Lins para realizar as averiguações.
Nem meia hora depois estávamos de volta ao Centro, aonde três profissionais da perícia, examinaram, fotografaram, colheram provas e me fizeram mais algumas perguntas.
Logo que saíram, fui atrás de consertar os vidros quebrados com a amiga Terezinha Hauy, que também não mediu esforços em realizar o seu trabalho.
Quatro horas da tarde, após realizar a limpeza dos vidros que tomavam conta de todo o salão, pude fechar a porta e voltar para o meu lar.
O que fica de lição num dia desses é que estamos à mercê de marginais sem escrúpulos algum. Todos sabem que em um Centro Espírita o que menos vamos encontrar é dinheiro, quiçá algo valioso, pois não ostentamos nenhum tipo de indumentária em nossas reuniões.
Também frisamos nessa pequena matéria o quão rápidos e principalmente gentios e educados foram os profissionais da segurança pública por nós acionados durante todo o Imbróglio.
Agradecemos de coração a Sra. Teresinha Hauy, por ter nos amparado numa hora dessa.
Porém fica uma interrogação, quem pode parar essa onda de crimes? Afinal dois, três dias após terem entrado no cartório que fica a três casas do Centro, na mesma rua, sei lá se o mesmo, mas tiveram a cara de pau de reincidirem no mesmo ato.
Não só a vizinhança está assustada, o município entra num estado de alerta.
Alguns vão dizer que são os “nóias” que estão roubando para suprir as suas necessidades. Entretanto esses mesmos usuários, num ato tresloucados pelo efeito da droga podem acabar cometendo um delito mais grave.
E quem vai arcar com os prejuízos, temos que pagar pelos vidros quebrados, conseguir um novo rádio e principalmente a sensação de que a qualquer momento receberemos outra ligação de um novo furto, isso é se ao chegarmos em nossos lares e nos depararmos com o mesmo depenado.
O discurso é o mesmo e não se pode mudá-lo. O mundo só será mais seguro, consequentemente melhor, quando educarmos as nossas crianças, principalmente dando-lhes exemplo de responsabilidade, cidadania, moral e tantas outras qualidades que dignificam o ser humano. Não deixe para amanhã a semeadura do nosso futuro.

                  Inibmort

23 de setembro de 2017 at 16:00 Deixe um comentário

O FAROL # 111

Edição de Setembro

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Farol

1 de setembro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Futuro

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Num futuro, espero que não muito distante…
– Papai o que está fazendo?
– Dando uma arrumada neste quartinho, está muito bagunçado.
– O que são aquelas embalagens ali?
– Ah! Aquilo era uma coleção de revistas que seu avô deixou pra mim.
– Revistas! Nossa, que diferente! É igual ao que a gente vê no tablet.
– Mais ou menos, só que o tablet que nós temos hoje pode ser dobrado e fica de vários tamanhos, do tamanho de um telefone até o tamanho de uma revista.
– Papai, a revista é feita daquele material que quase não se fabrica mais, o papel?
– Papel, isso, mas depois que essa tela dobrável foi descoberta, o papel deixou de ser necessário, antes ele era usado na fabricação de embalagens, pacotes, até para imprimir fotos. Porém hoje como utilizamos combustível não poluente, o plástico ficou muito mais barato, pela quantidade de petróleo obsoleto.
– Veja papai, que carro diferente?!?
– É uma Ferrari, era o desejo de todos os aficionados por carro.
– Nossa um carro custava esse valor.
– Alguns sim, porém até os mais baratos eram muito caros.
– Foi de acidente de carro que o vovô morreu?
– Infelizmente foi, antes existiam pistas de mão dupla.
– O que é isso? Mão dupla!
– Os carros iam e viam pela mesma pista, separados apenas por uma linha pintada no chão, não se tocavam por centímetros.
– Nossa que loucura, não consigo imaginar que não se importavam de correr esse risco.
– Tem mais, lembra que eu expliquei que o vovô morreu ao fazer um trevo. Então, em alguns lugares os carros cruzavam com os outros em alta velocidade, foi num desses cruzamentos que um motorista embriagado não parou e acabou colidindo com meu pai.
– Embriagado!?! Como assim, toda às vezes que o senhor entra no carro não tem que sobrar aquele tubinho pra ele funcionar.
– Infelizmente esse acessório só foi incluído como obrigatório há alguns anos.
– Papai.
– Sim.
– Aqui está dizendo que no começo do século nosso país passou pela época mais triste da história em decorrência de uma crise política. E que os salários dos nossos mandatários eram exorbitantes.
– Isso foi mais uma mancha na já manchada história do nosso país. Desde que os portugueses por aqui chegaram, as riquezas da nossa nação varonil foi usurpada de todas as maneiras possíveis.
– Mas pai, hoje em dia nenhum prefeito, governador, vereador, deputado, senador ou presidente recebe salário.
– Esta foi a forma com que os grandes pensadores encontraram para acabar com aquela bagunça. Hoje só governa uma cidade, estado ou nação aquele que o faz por dedicação e amor.
– Mas ainda existem alguns casos de corrupção.
– Acho que isso sempre vai existir, porém a lei agora é outra. Quem for pego roubando ou cometendo atos ilícitos, recebe as necessárias sanções e arcará com todo o prejuízo que casou. Alguns receberão prisão perpétua, sendo que já se cogita em restaurar a pena de morte para alguns casos.
– É pai, eu que não queria ter nascido naquela época.
– É meu amor… nem eu.

      Inibmort

26 de agosto de 2017 at 16:00 Deixe um comentário

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