Posts tagged ‘Jornal’

GETULINA PREÇOS ONLINE

Quem tem filho pequeno sabe do que eu vou falar. Principalmente se esses anjinhos se transformam quando frequentamos lanchonetes ou restaurantes.
Muitos casais passam a ficar em casa por um certo período, até que o pequeno ganhe um pouco mais de maturidade e aprenda a comportar-se melhor.
Felizmente nossa cidade possui um amplo serviço de delivery, aonde podemos pedir lanches, salgados, pizzas, dentre uma diversidade de alimentos e bebidas.
Facilitando a vida das donas de casa que estão a fim de tirar uma folga do fogão em alguns dias. Tá bom… eu sei que hoje também tem uma porção de marmanjos se aventurando na frente do fogão. Então folga pra vocês também.
Mas vamos lá, estou enrolando demais pra chegar aonde eu quero.
Toda vez que vamos pedir algo começamos a levantar uma série de questões.
– O que vamos comer hoje?
– Aonde pedir?
– Será que está aberto?
– Estão entregando?
– Tem que pagar em dinheiro ou aceitam cartão?
E por falar em cartão, nunca vou esquecer a felicidade que eu tive a primeira vez que o entregador chegou com a maquininha de cartão em frente a minha casa.
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh! E o mais importante, toda a vez que íamos pedir algo eu e minha esposa ficávamos malucos atrás do telefone do lugar que íamos fazer o pedido.
Uma outra coisa que me deixa grilado era não ter o cardápio em mãos e pedir sempre a mesma coisa.
Com base nesses dados eu tive uma ideia de fazer um “aplicativo” para os moradores da nossa querida cidade sorriso ter, sempre a distância de um clique, informações de onde comprar e principalmente o quê.
O “Getulina Preços Online” é um endereço eletrônico aonde você encontrará cardápios dos bares e lanchonetes cadastrados da cidade.
É claro que se o empresário de outros seguimentos quiserem colocar sua marca no nosso programinha será muito bem vindo.
Mesmo com a crise que vem castigando a nação, saí uma noite dessas e passei por algumas lanchonetes a fim de sentir se o sistema teria uma boa aceitação.
Não vou dizer que me surpreendi, porém senti na reação de cada dono de estabelecimento, enquanto eu demonstrava pelo celular a eficácia do cardápio online, uma necessidade de ter logo sua marca em nosso aplicativo.
Muitos questionaram se o programa poderia fazer o pedido online, o que infelizmente não vai acontecer de momento. Até porque os estabelecimentos teriam que disponibilizar uma pessoa para ficar o tempo todo observando o celular ou computador.
Porém nada impede de colocar o número do whatsapp para receber pedidos.
Bom… é isso, venho hoje através do nosso informativo dominical informar que o sistema está prontinho para entrar no ar. Na verdade já temos uma lanchonete online, só depende do seu proprietário divulgá-la.
Além do Getulina Jornal eu vou divulgar o endereço através das redes sociais, Instagram, WhatsApp, Facebook, Twitter, dentre outros.
Nosso endereço será: https://getprecosonline.wordpress.com.
Estou aguardando o seu contato através do telefone (14) 997053511, tenho certeza que o amigo vai se surpreender com o valor da mensalidade.
Aguardo o seu chamado, afinal você não será o único a ficar fora desta!

         Inibmort

13 de julho de 2018 at 10:00 Deixe um comentário

O FAROL #121

Edição de Aniversário – 10 anos

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Farol

6 de julho de 2018 at 10:00 Deixe um comentário

Poesia Espírita

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A doutrina espírita surgiu na minha vida sem mais nem menos. Pelo menos é o que se via com os olhos materiais. Pode até ser um plano maior que me propus a cumprir nesta vida, entretanto tudo aconteceu de uma maneira natural.
Não fui procurar o espiritismo pela dor, como a maioria das pessoas que começam a frequentar as seções, muito menos atrás de mensagens do além.
Foi graças a minha vontade de ler que uma amiga me sugeriu um clube do livro. Pão duro que sempre fui, na época fiquei entusiasmado não pelo conteúdo, mas pelos baixos preços dos livros.
Aos poucos fui me inteirando da sua maravilhosa filosofia e a cada dia aumentava minha curiosidade em conhecer um Centro.
Acho que foi após dois ou três anos que adentrei em uma Casa de Oração procurando exemplares dos livros da codificação, entre eles o Evangelho Segundo o Espiritismo e o Livro dos Espíritos.
Nunca vou esquecer aquele dia. Logo que cruzei a porta fui recebido pela amiga que tinha me dito que encontraria o livro ali. Na primeira sala encontrava-se um monte de crianças, participando da Evangelização Infantil.
Ela continuou a me ciceronear, mostrando-me a turma da Mocidade Espírita e na parte de baixo, o pessoal fazendo o saudoso macarrão.
Fui convidado a participar das aulas da Mocidade. Como conhecia alguns integrantes, aceitei, mais por curiosidade de saber o que acontecia naquela sala.
Lógico que fiquei esperando a aparição dos irmãos do outro plano, contudo nem na Mocidade, muito menos nos trabalhos de segunda-feira aonde fazemos palestra e damos passe os vi. Raramente recebemos alguma mensagem ditada pelos médiuns que freqüentam a casa.
Até freqüentei algumas seções mediúnicas, porém acho que mais atrapalhava do que poderia vibrar em conjunto.
Foi há alguns meses, que recebi o convite de uma amiga para formarmos uma equipe de auxílio aos irmãos desencarnados.
Disse-lhe que não possuía nenhum tipo de mediunidade, mas ela pediu-me que não me preocupasse com isso. O importante é que eu ajudasse nas vibrações e orações.
As primeiras seções ocorreram e passei a conhecer o sofrimento que muitos desencarnados estão passando, também recebemos mensagens edificantes através dos mentores de luz.
Um dia tivemos a ideia de colocar um papel e caneta defronte aos participantes, caso quiséssemos escrever algo ou se aflorasse em alguém a mediunidade de psicografia.
Vem saindo muitos textos bonitos através da mediunidade dos companheiros, mensagens de instrução e fortalecimento.
Eu também tenho escrito algumas poesias e deixo no ar se é ou não mediunizada, pois como eu gosto de frisar, fora a intuição que constantemente tenho ao escrever, não me sinto “diferente”, se é que me entendem.
Também não acho que aquilo que escrevo é tão profundo que possa ser admitido a uma outra pessoa.
Vou inserir aqui no final o que escrevi pela primeira vez no dia 10/03 e cada leitor que dê o seu veredito.

O umbral é para todos
Assim como as lides celestes
Tudo depende do seu comportamento
Da sua vontade de agir
De como se porta aqui na Terra
Ou em outras paragens
O amor, a luz, o pensamento positivo
São armas para a evolução
Sem dogmas e mistérios
Apenas os ensinos do Cristo
Te conduzindo diariamente
Para um mundo novo e de paz
***
Uma folha em branco
Não é só uma folha em branco
É oportunidade de comunicação
Lançando nela, sábias palavras
De dentro da alma, do fundo do coração.

          Inibmort

29 de junho de 2018 at 10:00 Deixe um comentário

O FAROL #120

Edição de Junho

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15 de junho de 2018 at 10:00 Deixe um comentário

Qual é a música

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Estava eu, dia desses, trocando ideia com um amigo que trabalhou em um pedágio por muitos anos.
Contava-me de uma mania que adquiriu com o passar do tempo.
Relatou-me que começou anotar qual o carro, local da placa e numa identificação de segundos o tipo da pessoa que conduzia o veículo e de seus acompanhantes, mas principalmente o que eles ou o condutor estava ouvindo no momento em que passavam na sua cabine.
Tudo começou quando se deparou com uma camionete repleta de boias frias e não só dentro do veículo, mas uma caixa de som na parte traseira tocava em alto e bom som um punk rock das antigas.
Ficou impressionado com a discrepância daquela cena.
Logo começou a reparar que nem sempre a trilha sonora condizia com o que os seus olhos viam.
Confidenciou-me que a maioria das senhoras que conduzem carros de alto valor ou escutam MBP, as grandes divas americanas ou na maioria das vezes preferem as músicas sortidas das rádios.
Já os senhores dessa mesma faixa preferem música sertaneja dos anos 90 pra trás ou algo mais clássico como música orquestrada, MBP ou também a estação de rádio.
A maioria dos jovens estão sempre ouvindo esse tal de sertanejo universitário.
Funk e Rap bem pouco se ouvia.
Rock e música eletrônica são as preferidas de que tem carro esporte.
Me disse que com o tempo começou a anotar suas “pesquisas” em um caderninho.
Claro que eu curioso quis dar uma olhada nessa preciosidade.
E bem naquele dia ele estava com o seu companheiro de anotações.
Abri aleatoriamente:
Monza verde, placa de Sergipe, mulata bem vestida, música: Let it be dos Beatles.
Opala, mais ou menos 75, branco, Sorocaba, garoto de uns 22 anos, música: Mucuripi do Fagner.
Mas como você identificava todas essas músicas? Perguntei.
Ele me respondeu que gostava muito de todo tipo de música e as que ele não conhecia acabava perguntando pro condutor.
Também me disse que agora com esses sistemas multimídia, ele conseguia se posicionar de uma maneira para ler o nome da música no visor.
Continue a observar.
Gol 2.0 vermelho, Marília, Homem de meia idade, Música Pai do Fábio Junior, observação “seus olhos estavam marejados de lágrimas”.
Ferrari preta, São Paulo, senhor de uns 60 anos, Música: Tristeza do Jeca, Tonico e Tinoco.
Ele me contou que bem pouco era surpreendido, mas algumas vezes ele teve que disfarçar a reação de surpresa na frente do motorista.
– Teve uma vez que passou um Fusca amarelo, com a placa de Três Lagoas, conduzido por um Padre, de batina e tudo e ele estava ouvindo Metallica.
– Outra vez, um cara grandão, com o braço todo tatuado, imagino que era a namorada, dormindo do lado, num Porche desses caríssimos, placa de Curitiba ouvindo música clássica, Bethovem, Vivaldi, alguns desses compositores famosos.
– Contudo de todos que eu já vi passar, ouvindo toda a gama de música, nada me deixa mais feliz, do que essas SUV com um montão de crianças, pai, mãe, cachorro, fazendo uma algazarra cantando canções infantis.

               Inibmort

“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.”

8 de junho de 2018 at 10:00 Deixe um comentário

Saiu do armário

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Tenho certeza que alguns leitores ao se deparar com o título devem estar pensando: “Quem nosso amigo cronista vai entregar?”.
Antes de “entregar” eu gostaria de fazer uma análise sobre a origem da expressão “saindo do armário”.
Numa pesquisa rápida pela internet me deparei com algumas explicações, porém a mais convincente e com mais expressão entre todas vem da enciclopédia livre: A Wikipédia.
Enquadrada e debatida como uma questão de privacidade, sair do armário é descrito muitas vezes como um processo psicológico; uma tomada de decisão ou a assunção de riscos; uma estratégia ou plano; uma massa ou evento público; um ato de fala e uma questão de identidade pessoal; um rito de passagem; libertação ou emancipação da opressão; uma provação e, por fim, um meio para sentir o orgulho LGBT, ao invés da vergonha e estigma social (que podem levar até mesmo ao suicídio). O Autor Steven Seidman escreve que a expressão refere-se “ao poder do armário para dar forma ao núcleo da vida de um indivíduo, que fez da homossexualidade um drama pessoal, social e político significativo na América do século XX.”
Aprofundando-me um pouco mais descobri que a palavra “closet” utilizada na língua americana para designar armário é a mesma que nós brasileiros adotamos para alguns tipos de guarda-roupa.
Associando que o mesmo móvel utilizado para escondermos os nossos esqueletos é aquele utilizado para colocar amantes nas incríveis esquetes do humor pastelão.
O rapper americano Eminem grita a altos pulmões numa das suas mais celebre canção “Cleanin’ Out My Closet” que pode ser traduzida literalmente como “limpando meu armário” ou “desabafando”, as suas queixas conta a mãe omissa e desequilibrada, segundo a letra da música.
Nós brasileiros também demos uma outra conotação a uma peça do toucador feminino, no caso em questão o anedotário popular denominou a calcinha como porta joia.
Brincadeiras a parte o tema tratado aqui é muito sério, pois esse assunto voga desde os anos 1800 de acordo com a Wikipédia: Em 1869, cem anos antes dos motins de Stonewall, Karl Heinrich Ulrichs introduziu a ideia de auto-revelação como um meio de emancipação. Alegando que a invisibilidade era um grande obstáculo para mudar a opinião pública, ele pediu que as pessoas homossexuais revelassem suas atrações pelo mesmo sexo. Essa ideia recebeu o apoio de Iwan Bloch, um médico judeu-alemão que, em seu trabalho (A Vida Sexual do nosso tempo em sua Relação com a Civilização Moderna), publicado em 1906, suplicou aos homossexuais idosos que se auto-revelassem a seus familiares e conhecidos.
Muito se é questionado da enorme quantidade de homossexuais que “surgiram” de uns tempos pra cá, tenho a certeza que a quantidade é a mesma de dez, cem, mil anos passados, o que mudou foi a tranca do armário.
A sociedade atual torna-se a cada dia mais compreensível com as opções sexuais que cada um opta seguir. Claro que há muito para ser conquistado, porém se hoje ainda existe uma infinidade de gays que sofrem por se sentirem “diferente” imagine como era mais complicado antigamente.
Sabemos que todos temos esqueletos guardados em nossos armários. Não só opções sexuais, mas vícios, amores impossíveis, mesmo que sejam possíveis, males da alma e da carne, desejos secretos, segredos que nos assombram diuturnamente.
Não deixemos uma vida inteira para realizá-los ou pelo menos nos livrar-mos dele. Há uma gama de solução que podemos tomar para no mínimo aprender a conviver com ele, de psicólogos à religião. O importante é quebrarmos as trancas desse armário.
Bem… chegou o grande momento de revelar o que vou tirar do armário. Nesse domingo se a previsão do tempo estiver correta, vou tirar aquela blusa de frio, pois tenho certeza que ninguém mais aguenta tanto calor.

                  Inibmort

1 de junho de 2018 at 10:00 Deixe um comentário

Jornal

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É consenso geral que a Páscoa é época de renovação.
Um namoro que já vinha de anos começou a tomar forma uma semana antes, contudo foi na quinta-feira dia 29/03, um dia que começara tumultuado com o carro que não saiu da garagem em decorrência da bateria, ou melhor, da falta dela, que tive a oportunidade de me mostrar capaz de assumir esse grande compromisso.
Comecei meus afazeres domésticos como faxineiro, já que desde março do ano passado, ao perder o emprego, fui convocado como titular desse cargo.
Logo após ter terminado o primeiro banheiro meu telefone tocou me pegando de surpresa pela pessoa do outro lado.
O primeiro pensamento que me veio a cabeça era que mais uma vez não ia dar certo.
Chamado para conversar mais uma vez com o “patrão”, inquiri que ele me aguardasse mais um pouco, pois estava esperando um guincho para o reboque do meu carro.
Aproveitei a carona do guincho e chegando ao local foi me perguntado se eu dava conta de começar aquele dia.
Meio que pego de surpresa, eu passei a mão pelo bolso e além de senti-lo vazio monetariamente encontrei o objeto que salvaria o dia: Meu pendrive!
Bem… muitos de vocês não estão entendendo bulhufas até agora. Deixe-me explicar.
Uma semana antes do dia 29/03 meu amigo Lobó me encontrou num evento filantrópico e perguntou-me se eu ainda estava interessado em montar o jornal. No mesmo instante confirmei, pois além de continuar desempregado, era um serviço que me atraía.
No mesmo dia, porém a noite, nos encontramos novamente e ele pediu para ir adiantando as propagandas que terminado o mês eu começaria.
Na quinta-feira quando o Goreti, proprietário da gráfica, me ligou perguntando se eu poderia socorrê-lo aquele dia e montar a edição que sairia na Páscoa, lógico que eu o atendi de pronto, já que o montador oficial não conseguiria realizar seus serviços no período do dia, estando disponível só a noite.
Quando me referi ao Pendrive, é que no dispositivo se encontrava todas as propagandas já montadas.
Eles queriam que eu adiantasse o serviço montando algumas páginas, já que de noite o profissional chegaria para terminar o jornal.
Contudo, com a dificuldade de contactá-lo, fomos fazendo todas as páginas e conseguimos terminar aquela edição.
Essa é a sexta edição que estou fazendo, aos poucos o amigo leitor vai notando pequenas mudanças, um capitular ali, um enfeitezinho na página social, a renovação de alguma propaganda.
Digo que a cada nova semana eu aprendo algo diferente, sei que ainda tem muita coisa pra eu acertar, semana passada mesmo algumas matérias não saíram a meu gosto.
Com a correria que temos que entregar cada página para ser impressa às vezes não dá pra reconhecer no momento que aquilo não vai ficar bem, porém ao revisar após impresso vou anotando para posterior correção.
Gostaria de pedir ao leitor perfeccionista que me perdoe e que me dê um voto de confiança, com o tempo eu vou deixando-o cada vez mais bonito.
Vou dar-me a liberdade de fazer um pedido aos colaboradores. Se possível que entreguem as matérias entre quarta e quinta-feira de tarde, até as 17 hs seria ótimo, assim facilita o trabalho da D. Marta, junto com o Colerinha que conferem tudo que chega lá e nos passam mastigadinho, também pro Du que faz a impressão e separação dos semanários. E quando eu conseguir um emprego em tempo integral, vou precisar fazê-lo quando estiver em casa.
Quero terminar essa minha pauta agradecendo a enorme família da Gráfica Minerva que me deu a oportunidade de ser útil novamente e principalmente confiaram no meu trabalho.
Obrigado!

                  Inibmort

25 de maio de 2018 at 10:00 Deixe um comentário

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