Posts tagged ‘Tecnologia’

10 consoles e portáteis que não fizeram muito sucesso

Quem gosta de video-games já viu muitos consoles e portáteis criarem uma enorme expectativa no público e falharem miseravelmente. Outros, ainda, fracassam sem nem mesmo terem seus nomes conhecidos. Sendo gamer ou não, conheça dez desses que poderiam ter sido um sucesso de vendas, mas não chegaram a passar de fase:

10. PSX
Também conhecido como Playstation X, foi lançado pela Sony no Japão em 2003. O console acumulava diversas funções, como gravador de DVD, reprodutor de músicas e até editor de vídeo. Mas nunca chegou a empolgar e em 2005 teve sua produção descontinuada.

9. Gizmondo
Apesar de ser bem moderno para a época, o portátil lançado em 2005 fracassou graças à estratégia errada de distribuição (ele só podia ser adquirido em quiosques próprios) e os pouquíssimos jogos disponíveis (apenas 14). No total, vendeu míseras 25 mil unidades.

8. Nomad
Foi a tentativa da Sega de criar um portátil em 1995. O problema é que ele ficou grande e pesado, porém com uma tela pequena. Para piorar, não era tão portátil assim, já que ele consumia pilhas muito rápido, fazendo com que muitos jogadores preferissem utilizá-lo na tomada. Vendeu 1 milhão de unidades.

7. Panasonic Q
Criado pela Panasonic em parceria com a Nintendo, esse console transformou o Gamecube em um aparelho que, além de rodar jogos, também era capaz de reproduzir DVDs, CDs de áudio, MP3s, dentre outras funções. Não chegou a vender 100 mil unidades em seus dois anos de vida.

6. Wii U
Apesar de ter vendido 14 milhões de unidades, a intenção da Nintendo era que ele superasse as 101 milhões de vendas do Wii. Logo após sua apresentação, porém, o mercado não se animou e as ações da Nintendo caíram 5,7%.

5. Lynx
O produto da Atari surgiu em 1989 como um concorrente do primeiro Game Boy mas, apesar de ter configuração superior, não foi capaz de fazer frente ao portátil da Nintendo.

4. XaviXPORT
É verdade que o Nintendo Wii revolucionou os games com seus controles por movimentos, mas vale ressaltar que o XaviXPORT foi o primeiro a utilizar o conceito. Porém, mesmo sendo lançado dois anos antes do Wii, não chegou nem perto de fazer o mesmo sucesso.

3. Pippin
Fruto de uma parceria entre Apple e Bandai, o console foi apresentado ao público em 1995. Apesar de ser moderno e contar com um modem, não chegou a empolgar, já que era difícil navegar na internet com ele. Também teve poucos títulos disponíveis.

2. N-Gage
Lançado em 2003, o aparelho da Nokia funcionava como celular e como console, mas era terrível em ambos. Além da falta de bons jogos, era necessário retirar a bateria para poder trocar o cartucho. Além disso, era incrivelmente bizarra a maneira de utilizá-lo para conversar.

1. Zeebo
Em 2009 a Tectoy lançou o console originalmente brasileiro, que foi um dos primeiros a não utilizar nenhum tipo de mídia física para a comercialização de jogos. Porém, o projeto não decolou e acabou sendo encerrado dois anos depois.

Vi no Lista 10

11 de dezembro de 2017 at 9:00 Deixe um comentário

Vídeo Game

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Hoje vou falar de mais uma paixão; o vídeo game.
Eu ainda morava em Lins, consequentemente tinha menos de 10 anos, quando vi um pela primeira vez.
Era um Intelevision, presente da madrinha do meu irmão. Continha apenas 10 jogos e os gráficos se resumiam a pauzinhos e quadradinhos na tela, mesmo assim aquilo despertou algo dentro de mim.
O tempo foi passando e fui adquirindo outros consoles, um Atary e anos depois um Odissey, ambos usados, mas em ótimos estados.
Nunca vou esquecer o dia em que meu coração disparou ao me deparar com uma imagem ao passar defronte à saudosa Casas Pernambucanas.
Exibia-se em um dos televisores o jogo Megaman, num console de 8 bits da Nintendo, também reconhecido como Nitendinho. A revolução dos gráficos esdrúxulos das gerações passadas, para aquelas cenas multicoloridas e com gráficos impressionantes, fez com que eu pentelhasse meu pai até o dia em que ele compraria o aparelho.
Recordo-me que eu possuía uma quantidade ínfima de jogos, afinal não eram nada baratos. Outro problema era o controle, diferente da maioria dos consoles que o joystick se desconectava, naquela máquina desenvolvida pela CCE ele era ligado.
Enquanto a galera detonava os controles e compravam outros eu tinha que pegar leve ou então quando acontecia de quebrá-lo, levar todo o vídeo game para o conserto.
Até hoje rola uma piada na família com minha cunhada Izabel Arioli, que trabalhava na loja e me dizia que eu não sabia jogar, destruía o controle e levava na loja exigindo a garantia.
Porém a fase do Nintendo passou e a nova aquisição foi um Mega Drive da concorrente SEGA.
Acho que possuí só uma meia dúzia de jogos, afinal a onda era alugar os jogos. Lembro que ia pra Lins no sábado cedo e alugava na Yutaka para devolver na segunda.
A faculdade me manteve longe dos games.
E logo após me formar eu corri pra saber o que estava acontecendo no mundo virtual.
Consultando um amigo, ele me informou que a onda do momento era o Playstation e que se eu comprasse destravado poderia adquirir uma gama de jogos por baixos preços.
Foi isso que fiz, como minha noiva e atual esposa estudava e trabalhava em Marília, eu passava a semana em casa sem ter o que fazer. Trabalhava até às 13 horas e nesse tempo ocioso, além de lecionar eu lia muito e claro jogava.
Logo descobri gravar meu próprios CDs para o Playstation. Uma grande amiga que revendia os jogos me passava em primeira mão os lançamentos, eu comprava as mídias em branco com ela e sempre que ela precisava de um jogo sabia que eu tinha uma cópia.
Os consoles ficaram de lado quando descobri como jogar no computador e a onda naquela época era baixar o maior número de jogos só pra fazerem funcionar no meu micro.
Me diverti muito nas noites em que minha esposa saia para lecionar e eu ficava jogando FIFA, The Sims, Roller Coaster, PES.
Quando meu primogênito completou 3 anos foi me oferecido um Playstation 2 por um preço bem modesto e eu não tive como recusá-lo.
Eu bem pouco consegui jogá-lo, afinal trabalhava 8 horas por dia e tinha que me desdobrar como pai e marido, contudo o pequeno foi tomando gosto pela coisa e hoje quem joga num X-Box 360 com quase 200 jogos é ele. O mais novo também já entrou na “pilha” e quer jogar os mesmos jogos do irmão.
Bem… eu estou meio afastado dos consoles, já tentei jogar alguns jogos, mas algo está me bloqueando.
Mesmo assim, tentei alguns joguinhos para celular e não é que o vício voltou.
Candy Crush e Clash Royale tomam uma grande parte do meu tempo, fora os sites de poker online.
Estudos comprovam que os jogos estimulam a coordenação motora, fazem bem para o cérebro, melhorando o nosso raciocínio, no entanto eu posso afirmar com toda certeza que mal não faz, afinal nesses mais de 30 anos eu nunca saí por aí comendo cogumelo ou socando blocos de tijolo.

         Inibmort

8 de dezembro de 2017 at 9:00 Deixe um comentário

O COMPUTADOR DE 17 REAIS! – Raspberry Pi Zero

Pra quem tá duro que nem eu!

5 de dezembro de 2017 at 9:00 Deixe um comentário

ANDREAS ANTONOPOULOS: “DÊ DOIS ANOS AO BITCOIN”

As indústrias de tecnologia estão sempre à beira de dominar o mundo ou entrar em colapso repentinamente: biotecnologia, nanotecnologia, robótica, IA (inteligência artificial) e é claro, criptomoedas, todas vivem em um estado que se aproxima da euforia em um dia, seguida por um total desespero no outro.

E assim foi recentemente com o Bitcoin & Blockchain Summit, em São Francisco. Como em muitas conferências de bitcoin, um orador entusiasmou a audiência enquanto o seguinte só confundiu.

Estórias de limitações tecnológicas, regulamentações invasivas e consumidores desconfiados, podem deixar até o mais entusiasta dos devotos desanimado. Mas ao final da conferência One-day bitcoin-by-the-Bay (um dia de Bitcoin pela baía), os participantes receberam uma importante chamada a pegar em armas, liderada por Andreas Antonopoulos.

Antonopoulos é um especialista em segurança, empreendedor e defensor de alta visibilidade do bitcoin. Com um semblante rígido – e cabelo no estilo – da Star Trek TOS Kligon, Antonopoulos passeou pelo palco e fez história para bitcoin,  isso sem gráfico ou gamificação (gamiphication) – apenas um homem, um microfone e uma enorme convicção. A audiência deixou de lado seus smartphones, guardou seus MacBooks e devoraram-no.

A GRANDE FORÇA DO BITCOIN

Então ele vasculhou as razões pelas quais o bitcoin funciona, dizendo que o bitcoin é um processo de transações mudo. “Esta é uma de suas potentes e mais incríveis características”, proclamou Antonopoulos. É uma rede muda que suporta acessórios inteligentes, impulsionando toda a inteligência ao limite.

“Isto significa que se você construir uma nova aplicação baseada em bitcoin, você pode operar os dispositivos finais e você pode construir uma aplicação, sem precisar pedir permissão para inovar a ninguém. É a inovação sem permissão. É a inovação sem uma aprovação central.

Compare ao sistema bancário atual, ele disse – construído acerca de redes super inteligentes controladas de forma absoluta e rigorosa para entregar informações muito específicas a pontos finais muito mudos (mudos será???) . Serviços que os bancos decidem oferecer a seus clientes.

“Quando a Visa inova, apenas a visa ganha com isso. Se o Bank of America faz algo novo e atrativo, eles o fazem de forma competitiva e excluem qualquer outro banco que não implementar esta melhoria. O bitcoin é um recurso comum, cuja utilização aumenta o valor daquele recurso sem excluir ninguém. O poder de impulsionar a inteligência ao limite, de não fazer decisões centralizadas, move a inovação para as mãos dos usuários finais.”

O PIOR ANO NO BITCOIN

E quanto a 2014 ser o “pior ano em bitcoin”, Antonopoulos disse que somente é se você estiver prestando a atenção no preço. De fato, o ano foi marcado pela implantação de duas tecnologias notáveis: multi-seg e carteiras deterministas hierárquicas (hierarchical deterministic (HD) wallets).

“As companhias que inventaram e implementaram aquelas melhorias, fizeram-nas em 2012 e estamos colhendo os benefícios nos dias de hoje. E em 2014, durante “o pior ano do bitcoin”, 500 startups receberam $500 milhões em investimentos, gerando 10 mil empregos – e nenhuma daquelas inovações deu retorno ainda, porque acabaram de começar. Dêem-nos dois anos. Agora o que acontece se você jogar 500 companhias e 10.000 desenvolvedores no problema? Dêem dois anos a isto e você verá algumas coisas maravilhosas no bitcoin”.

Antonopoulos encerrou com uma previsão.

“Você coloca em um ecossistema descentralizado e aberto: open source (código aberto), open standards (padrões abertos), open networking (rede aberta), e a inteligência e a inovação impulsionarão os rumos até o limite – ponha isso contra um sistema fechado, controlado por um provedor central, onde você precisa de permissão para inovar, e quem o fizer, inovará com base na exclusão e na competitividade com outras empresas – e nós vamos esmagá-los”.

 Fonte: Inside Bitcoins

Vi na Bitcoin News

28 de novembro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Muro das Lamentações

Quem nunca?

Facebook é um muro de lamentações

Vi no Os Mullets

20 de novembro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Na nuvem

Comparação: 8 dos melhores serviços para você guardar arquivos na nuvem

Não consegue ler, clique na foto!

Vi no TecMundo

13 de novembro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Internet

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Já comentei algumas vezes que sou da geração que viu a internet chegar e se tornar acessível às pessoas comuns.
Digo isso por que muito antes de nós, pobre mortais adquirirmos os barulhentos modens que chiavam durante a conexão de 56 kbps, os grandes empresários e um pessoal mais gabaritado já utilizava os serviços da grande rede.
Me recordo que antes de ouvir ou ler alguma coisa sobre um mundo conectado eu presencie em São Paulo, num CPD (Centro de Processamento de Dados) de um dos supermercados de propriedade de um tio, a mágica dos inúmeros endereços que ele podia visualizar naquela época.
Se não me falha a memória, ele já tinha acesso às condições climáticas, a relação de filmes que estavam em cartaz em alguns cinemas, acho que da bolsa de valores, além do controle das suas filiais. Nada de telas coloridas e desenhadas, o que se via eram apenas letras e números verde num fundo negro. Planilhas ou gráficos simples e feios.
Foram pouquíssimos minutos defronte àquele monitor, porém para uma mente que já vinha programada a aceitar de bom grado os bits e bytes da vida, era o início de um sonho.
Na verdade o primeiríssimo contato que tive com um computador, foi quando comprei uma revista em quadrinhos e na quarta capa vinha estampado um Exatinho, prêmio de uma promoção.
Não posso garantir com exatidão, todavia o poder de processamento daquele micro não seria páreo ao primeiro dos iphone, contudo foi paixão a primeira vista, eu malemá sabia o que aquilo fazia, mas uma coisa eu podia garantir… É isso que eu quero!
Os três anos de curso técnico, me deram a certeza que era esse mesmo o caminho que eu queria seguir. Foi durante a faculdade que eu pressenti que estava à frente da maioria dos meus colegas. Enquanto muitos estavam só interessados em um diploma, eu só matava aula pra me trancar nos laboratórios de informáticas e ter acesso a novidade que revolucionava o planeta: A internet, quase, como a conhecemos hoje.
Ainda não existia Youtube, Facebook, muito menos o Google, tínhamos que garimpar endereços nas revistas ou procurar um Portal, que acabava nos direcionando para outros sites interessantes. Entretanto não tínhamos a menor dúvida que o mundo se renderia àquela tecnologia.
Só dois ou três anos após ter me formado que consegui comprar meu primeiro micro. Inesquecível o chiar do modem, que era conectado às 14 horas do sábado e desligado só no finzinho da noite de domingo. Tudo isso porque nesse tempo era cobrado apenas um pulso na conta telefônica.
Ficávamos horas para baixar um álbum musical e semanas para conseguir um filme.
Até o dia que percebíamos que os “enormes” HDs (Disco Rígidos) de 4 GB (gigabytes) estavam entupidos. A solução era um gravador de CD.
Mais de vinte anos depois, confesso que continuo gravando, porém hoje não há mais necessidade de salvar música nem filmes, já os conseguimos online. O que preenchem os DVDs são fotos ou documentos.
Porém não é em todo lugar que temos acesso a internet, então colocamos as músicas em um pendrive ou num cartão SD, pois a maioria dos carros modernos não contam com leitores de CD ou DVD.
Vem sendo difundido há algum tempo um local online para armazenamento de arquivos conhecido como nuvem. Algumas empresas disponibilizam espaços em seus mainframes (computadores poderosos) para que possamos armazenar nossas informações.
Ideia maravilhosa, pois além de preservar o meio ambiente, deletando o uso de mídias físicas para o backup (cópia) das nossas quinquilharias, também nos proporciona o acesso em qualquer local do mundo aonde houver um sinal de rede.
Infelizmente essa semana quem precisou dos seus documentos armazenados na nuvem, passou por maus bocados, afinal hoje quinta-feira, dia 26 de outubro, já são mais de setenta e duas horas que estou sem internet aqui em casa.

          Inibmort

28 de outubro de 2017 at 16:00 Deixe um comentário

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