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Você sabe que o rock está moderninho quando…

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Por Pedro Zambarda de Araújo

Cansado das firulas do prog, o excesso de testosterona do metal ou a repetição do punk? Afim de ter um cabelo na moda sem parecer boiola, mesmo que todo mundo diga que isso é mito? Está afim de pegar mulheres sem as letras “de corno” do hard rock? Veja as regras do indierock, logo abaixo.

1 – Apesar de você fazer rock moderno, independente e descolado, o mandamento supremo é nunca se tornar emo, emocore e derivados. Mesmo que você tenha quedas por músicas desse tipo, fique longe.

2 – Mesmo assim, pode usar franja. Franjas são modernas.

3 – Mesmo sendo modernas, não abuse das franjas. Se alguém te chamar de emo, pare de usar a chapinha.

4 – Apesar de franjas serem a parada, você pode raspar o cabelo também. É dos carecas que elas gostam mais!

5 – Se você ficar esquisito careca ou com franja, use cabelo enrolado. A moda é variar mesmo!

6 – Se nenhum estilo de penteado te agrada, é melhor rezar.

7 – Tire sarro dos fãs “trues”. Tire sarro dos hardcores bobões. Tirar onda de fã fanático é coisa de “descoladinho”.

8 – Entre numa banda sem saber absolutamente nada sobre música.

9 – Se você estudou alguma coisa, seja um guitarrista como o Albert Hammond Jr. Toque o mínimo possível.

10 – Sua banda tem o prazo de duração normal de 3 meses.

11 – Nesses 3 meses, crie um MySpace.

12 – Se criar um MySpace, faça uma legião de pessoas acessarem.

13 – Se não conseguir uma legião de visitantes, finja que gosta da internet e de coisas “bacanas”.

14 – “Bacana”, “massa”, “descolado”, “moderno” são os termos sinônimos estúpidos para a palavra legal.

15 – Apesar de saber que são estúpidos, finja que são nomes cultos.

16 – Lembre-se: filmes Hollywoodianos são uma droga.

17 – Prefira filmes europeus.

18 – Quanto mais entediante for o filme, mais legal ele é. E consequentemente, mais “moderninho”.

19 – Seja um roqueiro moderno beberrão e fumante, se quiser. Pode usar drogas também.

20 – Mas faça sempre um discurso contra esses abusos. Época de aquecimento global, velho. Você precisa de fãs caretas.

21 – “Caretas” também é sinônimo de legal.

22 – Se você é um baterista moderno, não faça algo além do que Ringo Starr faria.

23 – Se você for um baixista moderno, não faça notas que usem mais do que duas cordas. Uma coisa bem new wave dos anos 1980.

24 – Esse número é gay. Gay é emo. Não seja emo, mesmo de franja.

25 – Se você for um guitarrista moderno, use guitarras vagabundas ou uma Fender bem velha. Suas guitarras devem estar ligadas em uma pedaleira que faz mais interferência do que barulho.

26 – Se você for vocalista, tenha uma voz de veludo. Ou de gralha. Modernidade não tem meio-termo, mas é sempre pop.

27 – Se tiver voz muito grave, seja Ian Curtis. Se tiver voz esganiçada, seja Kurt Cobain.

28 – Mas não seja TÃO Ian Curtis ou Kurt Cobain. Eles se suicidaram nos anos 1980 e 90.

29 – Suicídio é coisa de emo e emo é gay. Nada disso, cara.

30 – Se a sua banda passar de 3 meses, venda seu material para uma gravadora vagabunda e lance um CD.

31 – Faça faixas extras com experimentalismos igualmente vagabundos.

32 – Ou não!

33 – Se a sua banda passar de 6 meses, venda seu material para uma gravadora semi-vagabunda.

34 – Sobreviveu um ano? Meus parabéns! Venda tudo agora pra Warner ou pra EMI, que são as únicas gravadoras que prestam hoje em dia.

35 – Depois de encher o bucho de dinheiro, mulheres, grifes de roupas modernas e shows, resolva lançar um CD na internet e polemize todo o sistema!

36 – Mas, lembre-se: você não é comunista, só é simpatizante do Greenpeace. Venda o CD online por alguns meses e, depois, venda para alguma gravadora grande, pra voltar pro sistema.

37 – A MTV é sua amiga.

38 – Ou não. Se não for, faça entrevistas para jornais e revistas.

39 – O que importa é a publicidade. Mais do que o conteúdo.

40 – Grunge é indie. Um indie sujo.

41 – Math Rock é indie. Um indie limpo.

42 – Tenha uma namorada bizarra.

43 – Mulher, tenha um homem bizonho.

44 – Gay, tenha um namorado(a) bizonho.

45 – Calma, se você é hetero, não seja gay, porque gay é emo. Mas se você for homossexual, indies aceitam sem problemas. Afinal, modernices são politicamente corretas.

46 – Use roupas xadrez.

47 – Mas não xadrez preto e branco, isso é emo.

48 – Use calças duas vezes do seu tamanho. Arraste-a pelo chão.

49 – Use óculos bregas, que façam você parecer um mosquito gigante. Ou modelos mais quadrados. Dá na mesma.

50 – Bob Dylan é seu Deus, mesmo que você não saiba nada sobre música folk norte-americana ou mesmo fazer um acorde dedilhado no violão.

51 – Seja Billy Corgan do Smashing Pumpkins. Ele já teve todos os cortes de cabelo (longo, franja e hoje tá careca!), comeu a mulher do Kurt (a Courtney!) e tem uma voz que varia do esganiçado pro berro puro. Ultra moderno.

52 – Cultive costeletas, mesmo que seja coisa do tempo do Elvis.

53 – Se tiver falhas na barba, deixe as costeletas ou a própria barba crescer. Modernidade combina com Loser Manos.

54 – Faça uma banda nerd. Weezer é perito nisso. Fazem piadas que só o povo da internet pega. YOUR BASE BELONG TO US. Got it?

55 – Fazer álbum sobre computador também é sucesso certo. Radiohead que o diga!

56 – Você também pode fazer uma música pra balada. Killers consegue esse feito, mas cuidado pra não abusar do sintetizador.

57 – Seja blasé, mesmo que você não faça ideia do que essa palavra signifique, ou de qual idioma ela faz parte.

58 – Goste de bandas que não são independentes. Sean Lennon, o filho do John, confessou ser fã de Black Sabbath. Não que isso tenha algo a ver com o som que ele faz.

59 – Seja filho de celebridade, tipo o Sean Lennon.

60 – Use guitarras semi-acústicas. Les Pauls e Flying Vs são para metaleiros e punks. Você não é extremo assim.

61 – Grave algum clássico do rock em francês. Se a tradução estiver impossível, mude a letra, mesmo que os fãs caiam matando. Ninguém sabe esse idioma mesmo!

62 – Eu sei que All-Star era o calçado dos Ramones. No entanto, até Kurt Cobain abusou dele. Use você também!

63 – All-Star bom é All-Star sujo. Use até ele começar a falar.

64 – Mesmo em enchentes da sua cidade.

65 – Pode colocar alguns enfeites no All-Star, EXCETO estrelinhas, xadrezinhos e toda aquela zona de emo.

66 – Lembre-se: Seattle é _A_cidade.

67 – Se Seattle for “muito norte-americana” pra você, Londres é o seu lar.

68 – Mesmo que você tenha nascido no Zimbawe. Everything is from UK, babe!

69 – Diga que é um músico aberto para todas as influências musicais.

70 – Mesmo que você só saiba três acordes inteiros e bicordes. Ou só britpop. Bom, enfim.

71 – Diga que é o descendente vivo dos Beatles. Ou a reencarnação deles.

72 – Mas só diga isso bêbado e no grau pra brigar. Qualquer dúvida, procure Liam Gallagher.

73 – Se a sua banda sobreviver 2 anos, diga que é “a salvação do rock”, mesmo sabendo que o rock nem chegou perto de morrer.

74 – Faça letras em espanhol.

75 – Faça letras em espanhol sem saber espanhol, ou parecendo ser uma pessoa assim. The Mars Volta!

76 – Vire objeto de um documentário do Fantástico da Rede Globo ou seja um dos entrevistados do Altas Horas, programa da mesma emissora.

77 – Goste de instrumentos exóticos. Banjo, Ukulele, Cavaquinho, Pandeiro… mas não seja pagodeiro.

78 – Mesmo com 40 anos, use efeitos de photoshop nas suas fotos até parecer ter 18!

79 – Para as meninas e as mulheres, abuse da tecnologia até chegar nos 12 anos.

80 – Lembre-se: namorar uma menina indie menor de idade não é pedofilia. Elas são garotas cerebrais, cara! Mas não deixe ela abrir a boca, senão…

81 – Quando não souber o que lançar pro mercado, lance um CD de B-sides e restos de estúdio.

82 – Mas NUNCA lance um Best Of. Best Of é coisa de banda velha, passando da idade. Você é MODERNO.

83 – Faça festivais patrocinados por cervejas, mesmo sendo politicamente correto. Skol Beats, veio!

84 – A palavra “vibe” não é típica do moderninho, mas ele gosta dela. Boa vibe pra ti, cara!

85 – Se você é realmente fã de coisas modernas e na moda, você tem MySpace, Flickr, Orkut, Facebook, Blogger, WordPress, Fotolog.com, MSN, Gtalk, Gmail…

86 – Mesmo se você não manja NADA na internet!

87 – Ou se você posta ou comenta sempre as mesmas coisas nesses lugares. Tipo, você não sabe teclar nada além de “meu querido diário…” de formas maquiadas.

88 – Você, normalmente, é vegetariano.

89 – Se você não for vegetariano, tem muitos amigos vegetarianos e até come soja com eles.

90 – Mesmo se soja te dê alergia, dores no estômago ou tenha gosto de nada.

91 – “Tipo” é, tipo, _A_TENDEMSIA no mundo moderno.

92 – Você gosta de Alechat, aquele jeito muito esquisito de teclar que apareceu no Orkut.

93 – Exemplo de Alechat: OY, VOSSÊ KÉR FIKAR CUMIGU?1111

94 – Às vezes, eu disse, ÀS VEZES, você escreve miguxês. Mesmo sendo língua de emo.

95 – Você gosta de frases curtas.

96 – Você gosta de frases curtas e sem sentido.

97 – Você sempre disse que leu Dostoiévski. Na verdade, era uma revista Capricho ou uma Caras.

98 – Quando você não gosta de uma determinada música, fala que ela é tão “do sistema”.

99 – As groupies do seu show parecem cogumelos. Só dá menina de franja.

100 – Só um moderninho acredita na música dos moderninhos. Quando ela vai pra TV, você tem “Síndrome de Underground”, forma sinestésica de dizer depressão.

101 (BONUS TRACK!) – Se você tem uma ex-mulher com caso mal-resolvido, faça uma dupla de rock com ela. É mais reconhecido do que dupla sertaneja. Ultra moderno!

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17 de maio de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Iron Maiden: processados por causa de “Hallowed Be Thy Name”?

Por Igor Miranda, Fonte: Metal Talk

O Iron Maiden está sendo processado graças a “Hallowed Be Thy Name”, música lançada em 1982. A ação é destinada, especificamente, contra Steve Harris e Dave Murray.

Juntamente da editora Imagem London, Harris e Murray estão sendo processados por um músico chamado Brian Quinn, de Newcastle, Inglaterra. Ele alega ter composto um “trecho chave” da música em 1969.

A ação foi motivada devido a uma semelhança entre uma linha de “Hallowed Be Thy Name” e outra de “Lying In My Shadows”, música que teria sido composta por Brian Quinn e gravada pela banda Beckett em 1974.

O Beckett, inclusive, era empresariado por Rod Smallwood anos antes do trabalho com o Iron Maiden ter início. O Maiden já até gravou uma música do Beckett, “Rainbows Gold”, presente no b-side do single de “Two Minutes To Midnight”.

O processo pede que a corte avalie quanto o Iron Maiden lucrou com “Hallowed Be Thy Name”. O jornal The Sun cita uma fala de um “representante do Iron Maiden”, que diz que “acreditava-se que a situação já tivesse sido resolvida anos atrás”.

O artigo original do The Sun foi removido na noite de segunda-feira, mas o texto foi divulgado em sua versão impressa. Veja:

Vale destacar que, curiosamente, o nome de Dave Murray está na ação mesmo ele não tendo nenhum crédito autoral em “Hallowed Be Thy Name”. A composição é assinada somente por Steve Harris.

Como o artigo do The Sun foi retirado do ar, as informações acima seguem no ar por meio do site Metal Talk. Até o momento, o Maiden não se pronunciou sobre o caso.

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3 de maio de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Dave Grohl: mãe tinha medo que ele fosse conquistado por Madonna

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A mãe de Dave Grohl, Virginia, lançou um novo livro, intitulado “From Cradle To Stage”. Ao longo da obra, ela conversa com várias mães de músicos famosos, como as de Pharrell Williams, Amy Winehouse e Dr. Dre, sobre suas experiências relacionadas à fama de seus filhos.

Em entrevista ao The Guardian, Virginia Grohl foi questionada sobre como ela própria se sentiu com relação à fama de Dave Grohl, que surgiu para o mundo como baterista do Nirvana. E o único receio dela tinha a ver com outra estrela da música: Madonna.

Virginia Grohl disse que não ligava se Dave iria utilizar maconha e sabia que ele entendia o suficiente sua tendência hiperativa – e que, por isso, não se envolveria com cocaína ou heroína. “Eu também não ligava para as mulheres. Não sei como dizer isto, é vergonhoso, mas meu maior medo era que ele fosse conquistado por Madonna”, disse ela, sem dar detalhes.

Ela, que trabalhava como professora, também comentou o suicídio de Kurt Cobain. “Alguém entrou na sala e me contou. Claro que as crianças reagiram. Foi chocante, mas não me surpreendi. As coisas estavam ruins e já havia acontecido algumas situações antes”, afirmou.

Virginia continua: “Fiquei preocupada com David. Perder um amigo de um jeito tão horrível e uma carreira. Mas nunca achei que aquilo poderia destruí-lo. Ele é muito otimista e tem uma ótima energia saindo dele”.

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26 de abril de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

João Gordo: “Velho, o rock está morrendo!”

Por Bruce William, Fonte: Jornal Opção

“Cara, eu sou um senhor de 53 anos. O João Gordo do Crucificados era um moleque de 20 anos completamente louco e ignorantão, tá ligado?”. Esse é o mote da conversa de João Gordo (Ratos de Porão) com Augusto Diniz (365 Shows), publicada no Jornal Opção, leia abaixo alguns trechos:

O punk tem força no Brasil principalmente em um momento de luta contra a Ditadura, de reabertura e retomada de direitos civis, políticos e liberdade para sociedade de forma geral. Como que o hardcore e punk hoje podem protestar, ainda mais com cenário atual?

Cara, hoje em dia, velho, não tem muito o que se fazer, tá ligado, meu? Com música. Quem escuta esse tipo de som é a minoria. Não tem muito público. Ainda mais música tipo o Ratos, saca, meu? O moleque novo aí que monta uma banda nova, tá ligado, e vai penar para crescer, tem a divulgação toda, sacou, meu? Mas não rola, cara. A nossa visão daquela época a gente era influenciado pelo o que estava acontecendo.

As letras do Ratos, cara, eu falo do que está acontecendo ao meu redor. E a partir de agora, desse disco Século Sinistro para cá, eu tenho muito material para escrever, cara. Muito assunto, muita coisa doida, tá ligado, que eu não pus em prática porque eu não sentei pra escrever. Mas o padrão político que se volta ao meu lado e os bagulhos sociais, cara, que me influenciam a escrever e fazer nosso tipo de protesto que de algum modo abrem os olhos de um monte de gente.

Então o próximo disco já está no forno?

Cara, a pior coisa do mundo é o Ratos ensaiar, cara. Cada um mora em um canto, cada um tem família, meu, e é difícil a gente ensaiar. Então a gente vai lançar um compacto agora com umas músicas do Terveet Kädet (Finlândia), cara. Mas para sentar e fazer música vai demorar um pouco.

É um século sinistro não só na política mas na música, principalmente para o rock no momento que o mercado musical vive?

Velho, o rock está morrendo, cara. Na hora que morrerem os dinossauros. Vai morrer o Ozzy (Osbourne), vão morrer os Led Zeppelin, vão morrer todos os AC/DC, aí vai morrer o Queen, já começa a morrer os punks. E aí eu morro e morre o Max Cavalera. Vai sobrar quem, meu irmão?

Leia a matéria na íntegra no link abaixo.
http://www.jornalopcao.com.br/opcao-cultural/365-shows/joao-…

Comente: Desesperador, não?

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19 de abril de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Guns N’ Roses: o fã que salvou Axl Rose do deserto em Dubai

Por Bruce William, Fonte: Blitz
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A história abaixo foi contada por um fã que atende pelo nick “Zainal”, e aconteceu no dia 3 de março de 2017, quando o Guns N’ Roses se apresentou em Dubai, nos Emirados Árabes:

“Eu estava atrasado e havia muito trânsito. As pessoas pararam os carros (na estrada), saíram dos táxis e caminharam em direção (ao local do) show. E nós decidimos cortar caminho pelo deserto até lá. Quando chegamos na entrada do deserto, apareceu um sujeito enorme que nos parou para deixar passar dois veículos. Ao chegarmos perto da entrada (do local do show), um dos carros ficou preso na areia, e os passageiros do outro saíram para ajudar. Estávamos já prestes a ultrapassar quando aquele cara do começo nos pede para parar outra vez e diz: ‘Axl Rose está naquele carro. Vocês podem levá-lo ao show?’. Não acreditávamos no que ouvíamos. No fim das contas chegou outro cara num Land Cruiser que acabou por levar Axl e a equipe e nós levamos o manager. Chegando lá, nos ofereceram passes livres nos bastidores, e assistimos o show bem em frente ao palco, foi uma experiência completamente maluca”.

Para provar a veracidade da história, “Zainal” postou a foto abaixo, com Axl Rose no meio do deserto de Dubai.

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12 de abril de 2017 at 9:00 Deixe um comentário

Led Zeppelin: Page ignorou pedidos de Clinton e Obama por reunião

Por Nacho Belgrande, Fonte: Playa Del Nacho

O guitarrista do LED ZEPPELIN, JIMMY PAGE, recusou um pedido para reunir a banda no show de 12 de dezembro de 2012 para levantar fundos para as vítimas do furacão Sandy, apesar dos esforços do milionário do cinema e produtor de show HARVEY WEINSTEIN e de um sinal verde condicional dado pelo vocalista ROBERT PLANT.

Weinstein estava convencido de que uma aparição do Led Zeppelin poderia aumentar substancialmente a quantidade de dinheiro a ser então levantada para as vítimas do desastre. Então ele entrou em contato com Robert Plant.

“Recebemos um OK de Robert Plant, se Page concordasse… Jimmy Page não quer fazer isso”, disse Weinstein em tom dramático. “O advogado de Jimmy Page… talvez ele trabalhe pra Satanás. Talvez ele seja Satanás?”

Determinado, Weinstein pediu a Hillary Clinton para que ela usasse suas consideráveis habilidades diplomáticas para a causa. Ela não se considerava a melhor pessoa para tratar da reunião do Led Zeppelin, então ela recrutou seu marido, Bill.

O ex-presidente dos EUA, Bill Clinton, abraçou a causa. “Bill conversou com o grupo e Jimmy disse não a ele”, continuou Weinstein com raiva contida. Ainda assim, ele não ia desistir. Como uma última tentativa, Weinstein solicitou ajuda a Barack Obama.

“Jimmy Page esnobou Obama e Bill Clinton”, suspirou Weinstein. “Essa é uma ofensa que não será esquecida”.

O evento, de 12/12/12 no Madison Square Garden, que contou com apresentações de Bruce Springsteen, Bon Jovi, Eric Clapton, Roger Waters, Paul McCartney e, muitos outros, arrecadou 50 milhões de dólares para as vítimas do furacão Sandy.

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6 de abril de 2017 at 9:00 Deixe um comentário

Humberto Gessinger: cantor lança compacto de vinil

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Por Bruce William

Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawaii) está lançando um compacto chamado “Desde Aquela Noite”, trazendo três versões inéditas de músicas registradas pelos seus co-autores: no lado A tem “Alexandria”, de Tiago Iorc e do lado B “O Que Você Faz a Noite” do Dé (Barão Vermelho) e “Olhos Abertos”, do Capital Inicial. Além de Humberto no vocal, baixo e teclado, participam da gravação os músicos Nando Peters na guitarra e violão e Rafael Bisogno na bateria.

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30 de março de 2017 at 9:53 Deixe um comentário

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