Posts tagged ‘Homenagem’

Adrianne Palicki

Essa Agente da S.H.I.E.L.D na 2.ª temporada deu um brilho especial ao enlatado:

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17 de agosto de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Desenho ou computação gráfica

A cada dia eles chegam a beira da perfeição

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10 de agosto de 2017 at 9:46 Deixe um comentário

30 Anos da Boate Fênix

Dias atrás uma notícia estremeceu as redes sociais, principalmente para os hoje quarentões e cinquentões: a nossa querida e saudosa Boate Fênix estava completando trinta anos da sua inauguração.
Inauguração que se deu num sábado, 18/07/1987.
Infelizmente eu não pude estar presente nesse dia, afinal contava apenas com 12 anos e naquele tempo, tanto meu pai como a lei só permitiam a entrada de pessoas acima dos 14 anos. E, diga-se de passagem, a lei era cumprida à risca.
Porém acompanhei pela página do Facebook “Boate Fênix” inúmeros depoimentos de ex-funcionários e frequentadores que aquela danceteria viera para acrescentar algo que faltava em nosso município.
Muitos irão se perguntar, mas não haviam bailes em nosso município antes da Fênix? Lógico que sim, como já escrevi anteriormente bailes memoráveis, com bandas inesquecíveis, porém esporádicos.
A partir daquele sábado, estava fadado que semanalmente haveria uma noite dançante em suas dependências.
E as noites foram se multiplicando, bailes nas sextas, vésperas de feriado e a salvadora domingueira.
Não que eu nunca havia frequentado um baile. Fora as “brincadeiras” que fazíamos no fundo de nossas casas, eu já tinha dançado ao som das “Tapes Musics” no Clube Nipônico, porém a primeira vez é sempre inesquecível.
Lembro-me como se fosse hoje. Não era um domingo qualquer. Seria a primeira domingueira da Fênix, estávamos todos excitados. Umas 18:30 eu me dirigi a casa do amigo Silvinho “Batatinha”, na esquina da rua Dr. Carlos de Campos com a Dino Bueno, em frente a casa do Dr. Milton Hauy. Ali seria o ponto de encontro da nossa turma.
Compramos o ingresso, passamos pela roleta e então veio a grande surpresa. Nunca poderia imaginar que existissem tantas luzes coloridas, strobos, Kits sequenciais, Bolas malucas, até raio lazer, um grande globo que se posicionava bem no meio da pista, porém o que mais me chamou a atenção era a iluminação que vinha do chão, lembro que no começo tive receio de pisar naquele local, contudo foi só no começo.
Nunca fui um exímio dançarino, ficava mais me movimento de um lado para outro acompanhando o ritmo. Até tentei acompanhar o pessoal que juntos faziam uma coreografia, porém aquilo era muito pra mim, até mesmo quando subia pro Aconchego, espaço à parte da pista de dança, aonde só tocava música lenta, se fosse pra dançar com dois toques eu me embananava todo.
Quem imaginou que gerenciar um clube nos anos 1980/1990 era fácil não se atentou pra dificuldade em conseguir a matéria prima necessária. Naquela época não existia internet, então meu caro amigo leitor, ou você gravava uma fita cassete com as músicas que iriam tocar, o que acontecia antes da Fênix, com os bailes “tapes musics” ou morria numa grana comprando discos de vinil.
Quem teve o prazer de conhecer a discoteca da Fênix, ficava de queixo caído com a quantidade de álbuns. Lembro do seu proprietário, meu amigo Ricardo, o Ricardão contar da dificuldade que existia, pois às vezes comprava-se um disco para tocar uma única música.
Uma das minhas noites inesquecíveis foi a da festa do tetracampeonato da seleção masculina de futebol, porém ficarão na memória as noites da espuma, as noites do Rock, os bailes do Cowboy aonde funcionavam juntos a danceteria e o salão da SAG, mas a maior saudade com certeza será das gincanas.
Só tenho a agradecer ao Ricardo, que no momento que eu mais precisava ele me deu a honra de ser mais um integrante da sua equipe.
Não vou colocar outros nomes aqui, pois com certeza vai faltar alguém, porém quero parabenizar e agradecer todos que vestiram a camisa da Fênix e fizeram com que desde minha adolescência até o último dia que aquelas portas se cerraram, fossem especiais.
Hoje nosso município está destinado aos bailes realizados em bares ou salões locais, afinal o prédio que se encontrava a Boate foi vendido e serve a outras causas e o salão social da SAG, pelo que me foi confidenciado não consegue o visto para realizar eventos nas suas dependências.
É impossível afirmar se essa geração aceitaria de bom grado uma danceteria com função semanal. O que fica então é a saudade e as lembranças das noites felizes que passamos durante aqueles anos.

              Inibmort

4 de agosto de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Mia Lopes

A japa sensual turbinada do Instagram:

Vi no Blog do Herói

3 de agosto de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Shana Hiatt

Mais uma gata do poker:

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27 de julho de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Diogo Caceres

Acompanhem esta palestra realizada no C.E. “Amor e Caridade” em homenagem aos 75 anos daquela casa.

Não precisa ser espírita pra se emocionar com as palavras desse nosso amigo:

25 de julho de 2017 at 10:16 Deixe um comentário

30 anos de Fênix

Uma singela homenagem a danceteria mais saudosa de Getulina:

Saudosa Fênix

Sábado resolvi dar uma volta acompanhado de minha esposa e meu filho de 2 anos, muito me impressionou quando tive um flashback e me veio imagens de uns quinze anos atrás, quando eu ainda era solteiro e tinha um pouco mais da metade de minha idade.
A praça onde todos se encontram nesta pequena cidade já não é mais a mesma, está mais bonita, mais iluminada e muito mais espaçosa.
Recordo-me que naquela época, saiamos umas nove horas e ficávamos ali naquele recinto trocando idéia com os amigos, observando as garotas e às vezes tomávamos uma ou outra cerveja, moderadamente, pois o melhor da noite ainda estava por vir; a saudosa Boate Fênix, isto mesmo boate, mas que no caso era apenas uma danceteria. Então lá ao som do DJ Guzinho, Paulinho Macaúba, Marivaldo, dentre outros e mais recentemente o meu grande camarada Gelinho, faziam o som correr solto até as quatro da madruga. E lá sim, podíamos chapar o caneco, principalmente quando tínhamos a certeza que a única coisa que íamos pegar aquela noite seria mais uma lata. E como ainda andávamos a pé e o destino ao sair do baile eram nossas casas, não havia problema em exagerar um pouco, até porque o corpo ficava mais propicio para dançar.
Hoje não tem mais baile, às vezes um forró, ou coisa assim. A azaração corre solta no meio da rua, o “pegador” ou “pegadora” (é meu amigo as coisas mudaram), tem que exercitar sua lábia ali mesmo na praça, sem música de fundo, ou pior, com o ensurdecedor funk dos sons automotivos que insistem em concorrerem entre si, vendo quem toca mais alto.
Acho que agora entendo por que vejo tanta gente embriagada em tão tenra hora. Só com a bendita cachaça ou coisa que valha, para encontrar coragem e abordar alguém. E se por acaso tudo der certo, surge um novo problema, como um simples mortal, desprovido de veículo vai conseguir um lugarzinho para dar uns amassos sem se constranger ou constranger os transeuntes? Na época da boate, o problema estaria sanado. Afinal o local era ideal para pegação.
Desde que a Fênix cerrou suas atividades, outras pessoas tentaram reabri-la sem sucesso, ouve épocas com bailes sexta, sábado e a inesquecível domingueira, hoje infelizmente o prédio foi vendido e acredito que dali não sai mais nada. O que resta agora é apenas à lembrança dos dias felizes que passamos ali dentro, sem nos esquecermos das gincanas idealizadas pelo Ricardão, seu primeiro proprietário, e sua equipe. Mas essa história fica para uma próxima vez.

        Inibmort

21 de julho de 2017 at 11:23 Deixe um comentário

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