O real valor dos jogos

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Acabou… infelizmente a festa terminou. Falo dos jogos olímpicos.
Desde que me conheço por gente sou aficionado por esporte. Tenho TV por assinatura apenas por causa dos canais esportivos. De hockey no gelo a campeonato de surf , dos magistrais jogos de futebol americano da NFL aos campos do Barcelona eu tento acompanhar.
O que dizer de duas semanas de esportes ininterruptos.
O que dizer de uma rede de TV que proporcionou dezesseis canais aonde eu pudesse escolher qual modalidade acompanhar.
Muitos foram contra os jogos, eu não os tiro a razão, afinal não eram deles que precisávamos nesse momento em que se estabelece uma enorme crise em nosso país.
Há um pouco mais de dois anos sediamos a Copa do Mundo de Futebol, outro evento que ficará marcado por dois lados. O momento que o país passava como as manifestações populares e o legado de termos feito a copa das copas.
Não foi diferente os jogos olímpicos, os tempos são difíceis, temos dois presidentes ou melhor nenhum, os escândalos políticos estampam as capas de jornais e revistas. O povo continua pagando pelos maus administradores que colocamos no poder. O descaso com a educação, que está entre as piores do mundo, nossa saúde se encontra doente e segurança nem se fala.
Contudo foram dias aonde o que menos se ouviu nos noticiários foi a palavra tragédia, afinal o que mais queria o jornalista brasileiro. Com os jogos em casa não precisavam gastar rios de dinheiro para enviar comentaristas, narradores esportivos, apresentadores, câmeras para outro país.
Não podemos afirmar que essa foi a melhor de todas as olimpíadas, porém acompanhei algumas entrevistas de turistas que estão na sua quarta ou quinta olimpíada e nos deram ótimas notas, com maior reclamação para as distâncias entre sua hospedagem e os locais das provas e o ponto positivo entre todos é a alegria e a recepção do povo brasileiro.
Ouviu-se um mimimi que os melhores atletas não estariam presentes nessa edição dos jogos, pois tinham medo da falta de segurança, entretanto como explicar a quebra de 107 recordes, a presença do tenista número um do ranking Novak Djokovic, o homem mais rápido do planeta Usain Bolt e o extra-terrestre Michael Phelps.
Os brasileiros fizeram sua parte, em função dos jogos serem realizados dentro de casa o COI (Comitê Olímpico Internacional) disponibilizou uma vaga para cada modalidade, com isso tivemos a maior delegação de todos os tempos com 465 atletas, só sendo superado pela delegação americana.
Como era de se esperar tivemos uma quantidade de surpresas, tanto positivas quanto negativas. Acredito que a maior surpresa foi o canoísta Isaquias Queiroz, atleta baiano que perdeu um rim quando criança e conseguiu o feito histórico de ganhar três medalhas na mesma edição dos jogos.
Já as tristezas e não decepções, foram as derrotas de alguns favoritos, como o vôlei feminino e algumas duplas de praia, o atletismo também deixou a desejar com apenas uma medalha, natação também não trouxe nenhuma dentro das piscinas.
Abro um parênteses pra falar do futebol feminino que sempre chega entre as quatro melhores equipes, mesmo sem ter um campeonato decente no nosso país.
Quando afirmo que não quero mencionar a palavra decepção, é porque tenho a noção que nem sempre o melhor vai vencer, ainda mais num evento tão curto. Muitos começam mal e conseguem se recuperar no meio do caminho, exemplo, nossos medalhistas de ouro do futebol e vôlei masculino, outros estão lesionados no caso da saltadora Fabina Murer, muitos não estão no seu melhor dia.
Apesar disso, conseguimos nossa melhor marca na história, terminamos em décimo terceiro no quadro de medalhas, acima de Espanha, Cuba, Canadá, Suíça, países com uma economia melhor que a nossa ou com maior destaque no mundo dos esportes.
O que fica é a lição que o esporte além de unir os povos é o ponto comum para darmos às nossas crianças um futuro melhor, tirando-as das ruas, consequentemente das drogas, inserindo nelas conceitos de disciplina e superação, para que possam se tornar adultos exemplares.

          Inibmort

26 de agosto de 2016 at 15:00 Deixe um comentário

Natália Lage

Ela cresceu!

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26 de agosto de 2016 at 9:00 Deixe um comentário

RIO 2016

elvis

Vi no Humor Político

25 de agosto de 2016 at 15:00 Deixe um comentário

Guns N’ Roses: 50 modelos convidadas para festa, mas nada de namorado

 Por Bruce William, Fonte: TMZ

Reportagem da TMZ relata que o Guns N’ Roses convidou dezenas de modelos para a apresentação no Dodger Stadium de Los Angeles na sexta-feira, 19 de agosto. O convite foi feito via Photogenics, uma agência de modelos de LA, e além do show, onde ficava na primeira fileira, a convidada tinha acesso livre aos bastidores e o nome incluído em uma festa privada que rolou no Roosevelt Hotel após o espetáculo. Cerca de 50 modelos aceitaram o convite, que tinha como restrição apenas o seguinte: nada de levar namorado ou garotas que não fossem modelos.

Veja a matéria da TMZ no link.

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Vi no Whiplash

25 de agosto de 2016 at 9:00 Deixe um comentário

Temporada do divórcio: existem dois meses no ano em que o número de separações explode

Se você notou que os casais ao seu redor tendem a se separar ao mesmo tempo, não é nenhuma coincidência.

POR Ana Carolina Leonardi

EDITADO POR Tiago Jokura

Divórcio

Não é impressão sua: casais realmente tem a tendência de se separarem ao mesmo tempo. Mais especificamente, existem dois momentos do ano em que o número de divórcios atinge o ápice. Não é contagioso, nem questão de mapa astral… Segundo pesquisadores da Universidade de Washington, a culpa é das férias familiares.

Os cientistas estavam analisando dados de moradores do estado de Washington (não confundir com a capital dos EUA) para entender os efeitos de longo prazo da crise econômica na vida das pessoas. Mas quando chegaram nas informações sobre pedidos de divórcio, encontraram um forte padrão, entre 2001 e 2015, que se repetia na maioria dos anos: dois picos na quantidade de separações, um em março e outro em agosto.

A pesquisa relaciona o aumento das separações aos rituais domésticos das famílias. Tanto no hemisfério norte quanto no sul, março e agosto são os meses seguintes às férias, período no qual as famílias geralmente decidem viajar juntas.

De acordo com uma das autoras do estudo, a socióloga Julie Brines, o início do ano é uma época que une expectativa e otimismo. Para os casais que já estão com o relacionamento balançado, uma viagem em família tende a ser associada a ideia de recomeço.

Depois que toda essa antecipação acaba e as resoluções de ano novo já foram abandonadas, os casais percebem que nada mudou de fato e a frustração volta. O mesmo ciclo otimismo-decepção volta a aparecer nas férias escolares de julho.

Os pesquisadores não sabem explicar ainda porque os casais demoram mais tempo para tomar uma decisão em março (já que o mês é relativamente distante da época de festas), mas a hipótese que pretendem testar é que, no início do ano, as pessoas precisam acertar suas finanças antes de abrirem o processo de divórcio. Já no meio do ano, com as contas em ordem e as crianças voltando para a escola, a sequência de férias e separação é mais rápida.

Outro fator que os cientistas relacionam à descoberta é que as férias e as festas de Natal e Ano Novo são consideradas épocas para curtir a família – e, nessa situação, um pedido de divórcio se torna tabu, mesmo quando as diferenças do casal já são irreconciliáveis.

O estudo tem algumas limitações claras: os dados analisados vinham apenas dos pedidos de divórcio e de guarda parental do estado de Washington e, por isso, a amostra é pequena e os resultados podem refletir só o comportamento local. No Brasil, por exemplo, as férias de início do ano são mais longas e, para completar, temos o Carnaval, dois fatores que poderiam influenciar o resultado.

Os pesquisadores, porém, já começaram a investigar populações de outros estados americanos – por enquanto, os participantes são Ohio, Minnesota, Florida e Arizona – e a professora Brines já adiantou que os resultados preliminares mostram tendências mais ou menos parecidas. Março e agosto continuam aparecendo como os “grandes vilões” dos relacionamentos.

Vi na Superinteressante

24 de agosto de 2016 at 15:00 Deixe um comentário

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Cada jogador do Brasil vai ganhar R$ 500 mil por ouro olímpico

CBF desembolsará R$ 12 milhões, muito mais do que o COB pagou para outros atletas

Cada jogador do Brasil vai ganhar R$ 500 mil por ouro olímpico

CBF desembolsará R$ 12 milhões, muito mais do que o COB pagou para outros atletasCada jogador que disputou a Olimpíada de 2016 vai receber R$ 500 mil como premiação. O valor, R$ 12 milhões ao todo, será pago pela CBF. As informações são da “Folha de S. Paulo”.

Essa premiação é um luxo de jogadores de futebol, já que outros atletas que conquistaram o ouro recebem dinheiro apenas do COB. Estima-se que cada um que chegou ao pódio recebeu R$ 35 mil em esportes individuais e R$ 17,5 mil em esportes coletivos.

O ouro olímpico no futebol foi muito valorizado porque a Seleção Brasileira nunca tinha conseguido essa conquista. O jogo decisivo foi uma vitória por 5 a 4 nos pênaltis contra a Alemanha.

Fonte: Esporte interativo

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24 de agosto de 2016 at 9:00 Deixe um comentário

O tesouro viking de mais de 1.000 anos escondido na Escócia

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Na Escócia, há um campo com um imenso tesouro viking escondido, que vem sendo explorado aos poucos pelos arqueólogos. São mais de 100 objetos de ouro e prata encontrados em Galloway e Dumfries, também conhecido como Tesouro de Dumfriesshire. A descoberta ocorreu no sudoeste da Escócia, em setembro de 2014, em terras da Igreja.

O tesouro foi descrito por especialistas como “umas das mais significativas preciosidades dos vikings já encontradas na Escócia”. O achado foi realizado por um entusiasta de detectores de metais, Derek McLennan, que relatou sua descoberta às autoridades.

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Desde então, a área já foi alvo de inúmeras investigações científicas. Ali foram encontradas joias e objetos vikings de outras partes do mundo, como um broche de prata da Irlanda e seda do que hoje é Istambul. Acredita-se que o tesouro foi acumulado em algum momento entre o século IX e o X. Seu valor estimado é de £1 milhão (R$ 5 milhões). As peças deverão ser avaliadas e depois adquiridas por museus escoceses.

Fontes: The IndenpentAncient Origins

Vi no Nerdices

23 de agosto de 2016 at 15:00 Deixe um comentário

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