Me dá um dinheiro aí…

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Em meio aos festejos carnavalescos tudo parece estar bem. Você liga a TV e aprecia o desfile de escolas de samba que contam com um orçamento às vezes maior que muitos municípios do nosso país.
Procura o noticiário e vê que nos quatro cantos do país pessoas de todas as idades, classes, raças ou etnias se divertem como se não houvesse motivos pra se preocupar;
Se vai ter dinheiro pra quitar o cartão de crédito no próximo mês, se a esposa ou o marido em casa tem noção do que você está fazendo agora, que a dieta que o médico passou vai ter que esperar mais alguns dias, que não há necessidade de beber água, já que noventa por cento da cerveja está composta por ela.
Crise! que crise? Uma festa tão bonita assim, mostra-nos que tanto você, quanto o país vai bem das pernas.
Muitos dos amigos leitores se não pararam de ler esse sujeito irritante que está criticando a festa da carne, já devem estar se perguntando: “por que esse chato está recriminando o carnaval? Se ele não gosta, fica em casa… vai pra um retiro espiritual…”
Pelo contrário; eu amo o carnaval! Ou pelo menos amava até bem pouco tempo, hoje eu gosto.
O que acontece não tem nada a ver com religião, muito menos que eu envelheci ou fiquei maluco. Bom essa última opção eu já não posso negar totalmente.
Porém vivemos uma das épocas mais difíceis de todos os tempos, pelo menos desde que eu comecei a ser responsável pela minhas contas.
O país vem sendo inundado por um “Lava Jato”, acompanhamos recentemente a guerra das facções presidiárias, inúmeros estão assustadíssimos com a reforma previdenciária que está prestes a acontecer.
Por que a população e me incluo nesse rol, não utilizamos toda essa energia para lutar por nossos direitos?
Carnaval é muito bom, adoro assistir os desfiles das escolas de sambas, sempre fui um folião, meus pais, meus irmãos, minha esposa também, quero que meus filhos possam sentir o mesmo que vivemos durante as festividades, porém ando preocupado.
O carnaval, como o futebol sempre foi considerado o “ópio do povo”, isto é, eventos para desviar a atenção do que realmente importa.
Em 1994 no auge nos meus 19 anos fiz meu primeiro bloco de carnaval que ia contra a maré, ao invés de tratar de cachaça, sexo ou algo que imperava na maioria das camisetas viemos com uma crítica social, mostrando um país rachado, com trabalhadores sustentando as bases e o extinto PC Farias detonando-o com dinamites.
Esse bloco intitulado “Que país é esse?”, não só venceu o carnaval, mas ficou registrado na memórias de muitos, que até hoje se lembram da camiseta laranja.
Não estou induzindo ninguém a ir pra luta, muito menos botar a cara pra bater, enquanto a maioria dorme em berço esplêndido, eu mesmo, nesta tarde de domingo devo estar defronte de alguma TV assistindo “The Voice Kids”.
O que eu gostaria, que fosse consenso geral, é que depois da folia, começássemos a nos preocupar um pouco mais com o nosso futuro, que se não lhe interessa mais, é de grande valia para seus filhos, netos… sobrinhos…
Afinal o carnaval sempre termina na terça-feira, enquanto os nossos passos continuam até o dia em que o Pai Celestial desejar.
Que possamos dar continuidade ao bumbumpaticundumprugurundum com responsabilidade, sem excessos, com respeito, dando o exemplo.
E quando as cortinas se fecharem e o novo dia raiar, dotados de bom senso, amor ao próximo, ao nosso país, possamos ser mais que meros coadjuvantes, sermos sim protagonistas de uma nova era, de uma era de igualdade, de honestidade, de luz.

         Inibmort

26 de fevereiro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Oksana Neveselaya

A professora de Matemática mais bonita da net

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24 de fevereiro de 2017 at 9:00 Deixe um comentário

Qual a sua fantasia

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23 de fevereiro de 2017 at 15:00 Deixe um comentário

Andreas Kisser: o Brasil passa por um momento idiótico, ou você é A ou é B

Por Bruce William, Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

Durante conversa com Felipe Deliberaesm para o Tenho Mais Discos Que Amigos, Andreas Kisser falou sobre diversos assuntos, incluindo o novo disco do Sepultura, “Machine Messiah”, confira o papo aqui e mais abaixo alguns trechos.

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TMDQA!: Você participou da Semana Internacional de Música em São Paulo e falou sobre ser uma banda brasileira no exterior. A agenda de vocês já está cheia de fevereiro a julho com shows pela Europa e Estados Unidos. Como é, pra você, ver que conseguem marcar turnês mais facilmente lá fora do que por aqui? As coisas ainda andam mais devagar no Brasil?

Andreas: Não é questão de andar devagar ou não porque são duas coisas diferentes. Lá fora você toca de segunda a segunda e aqui, embora tenha progredido, isso ainda é quase impossível. No Brasil as bandas se apresentam de fim de semana. Para efeito de comparação, em cinco semanas da nossa turnê com o Kreator faremos 27 shows. Na Europa tem transporte público de qualidade, estradas boas, e a geografia em geral ajuda. Aqui, pra ir de São Paulo a Recife é um sacrifício. O Brasil não tem tradição de receber turnês de rock como as de fora. A linha férrea é debilitada, as estradas são perigosas. Mas temos tocado muito por aqui e temos tido a oportunidade de fazer trilha para séries de TV e filmes, de tocar com gente como o Zé Ramalho, então aproveitamos o Brasil de forma diferente dos Estados Unidos e Europa. Fazemos turnês por aqui desde 1989 e já melhorou muito – temos a possibilidade de tocar em lugares como o Paraguai, o Peru e a Colômbia quando antes era só Brasil, Argentina e Chile.

TMDQA!: Vocês chegaram a fazer um dos shows que estavam previstos com o Lobão, depois os outros foram cancelados. O que achou da reação negativa de uma parte dos fãs? Você entende, concorda com as reclamações deles sobre vocês serem uma banda que tanto luta contra o sistema e que agora ia se juntar com uma espécie de símbolo da direita política, ou existe um lado que eles não estão enxergando ou entenderam errado?

Andreas: Eu respeito a opinião de todo mundo, mas acho isso completamente patético. O Brasil passa por um momento idiótico: ou você é A ou é B. Não tem discussão, ninguém ouve a opinião do outro, existe muita fobia, muita intolerância e desrespeito. O show com o Lobão em Belém foi sensacional, um show energético, com as bandas se dividindo no palco, uma hora só a gente tocando, outra hora só ele, outra hora juntos… mas nós já tocamos com a Ana Cañas, com o Zé Ramalho, e ninguém ficava questionando essas parcerias. Não tem plataforma política nisso. Nós defendemos a arte, o deixar o cabelo crescer, o fazer tatuagem, o exacerbar a sexualidade. Tudo isso é a arte mostrando caminhos diferentes. Nós não somos políticos, somos cidadãos. Vimos que o Brasil não está pronto para certas coisas. Vimos que no palco funciona, mas fora dele não. Infelizmente. Mas espero que role outra oportunidade.

Vi no Whiplash

23 de fevereiro de 2017 at 9:00 Deixe um comentário

As 8 maiores espadas dos videogames

Confira uma comparação entre as lâminas mais icônicas de séries como “Dark Souls”, “Legend of Zelda” e “Final Fantasy”

Maiores Espadas dos Videogames

1) MASAMUNE
Jogo Final Fantasy
Tamanho 243 cm

Baseada na espada japonesa nodachi, de lâmina alongada e curva, a arma usada por Sephiroth cresceu desde sua aparição em Final Fantasy VII, com 183 cm.

2) WASHING POLE

Jogo Dark Souls
Tamanho 230 cm

Longa e frágil, seu nome é uma referência à espada de Sasaki Kojiro, habilidoso espadachim do período Sengoku que a chamava de “vara de secar roupas”.

3) SOUL EDGE
Jogo Soul Calibur
Tamanho 203 cm

Possui alma própria, capaz de controlar e amaldiçoar quem tenta manejá-la. Como se não bastasse, sua forma orgânica muda de acordo com o portador.

4) CHAOS’ REVENGE
Jogo
Final Fantasy
Tamanho
199 cm 

Sua largura incomum faz com que a lâmina possa ser usada como escudo. O mais bizarro é que, de alguma maneira, Caius Ballad é capaz de manejar esse trambolhão com apenas uma mão.

5) DABILAHRO
Jogo
Ninja Gaiden
Tamanho 195 cm 

Pesando mais de 45 kg, o ninja Ryu Hayabusa sente dificuldade em manejar a arma, que pode ser usada até para destruir grandes pedregulhos.

6) BUSTER SWORD
Jogo
Final Fantasy
Tamanho
179 cm  

Com quase 30 cm de espessura, é a marca registrada de Cloud Strife, o terceiro guerreiro a empunhá-la. A lâmina é afixada nas costas do herói por meio de um ímã.

7) REBELLION

Jogo Devil May Cry
Tamanho 160 cm

A arma de Dante foi uma lembrança de seu pai, Sparda, que se rebelou para manter o equilíbrio entre os mundos dos humanos e dos demônios.

8) MASTER SWORD
Jogo
The Legend of Zelda
TAMANHO
148 cm

A lâmina lendária de origem divina tem o poder de repelir o mal e derrotar Ganon, mas apenas um herói forte e puro de coração pode empunhá-la.

22 de fevereiro de 2017 at 15:00 Deixe um comentário

Rush – Tom Sawyer Guitar, Drums, Vocals SIMULTANEOUSLY!

Pra quê banda!

22 de fevereiro de 2017 at 9:00 Deixe um comentário

Propaganda é a alma…

Tem propaganda melhor que você confiar em seu produto!

21 de fevereiro de 2017 at 15:00 Deixe um comentário

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