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Helloween: Angra e Sepultura deveriam fazer reunião também

Por Antônio EstácioFonte: Heavy Talk

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Em uma entrevista dada antes do show do Helloween em Porto Alegre, o baixista Markus Grosskopf falou sobre como a turnê de reunião da banda acabou acontecendo.

Algo que pode chamar a atenção de fãs brasileiros é uma das últimas perguntas da entrevista. O Entrevistador questiona Markus sobre quais bandas ele gostaria de assistir a uma reunião. Markus responde:

“Eu me sinto bem quando todos os demais se sentem bem. Se eles se sentem bem se reunindo, eu acho legal quando todos querem fazer isso. Angra seria legal, sabe? Sepultura seria legal, porque eles são irmãos, eles deveriam se reunir”

Vi no Whiplash

22 de novembro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Bon Jovi

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Este ano meu presente do dia dos pais foi totalmente inusitado. Ao chegar em casa e me deparar com um envelope e uma foto do Allianz Parque logo percebi que minha esposa estava me dando uma entrada para assistir o show do Bon Jovi.
Depois de muito esperar o dia chegou.
Como combinado, desde antes dela adquirir os ingressos junto com a amiga Daniela Boy, saímos às cinco da manhã em direção a São Paulo.
Tendo o Dr. Everton Massud no volante, conhecedor dos mais recônditos locais entre nossa cidade e a Capital, foi nos mostrando os pontos cruciais para quem faz esse caminho.
O mesmo acontecendo na volta. De outlets aos postos e restaurantes conceituados foram nossas paradas. É claro que as senhoras adquiriam alguma coisa, na maioria das vezes para os nossos rebentos.
Chegamos em Sampa e nos hospedamos à meio quilômetro do antigo Parque Antártica.
Foi o tempo de descansar um pouco e às quinze horas partimos para a grande noite.
Uma hora e meia na fila e os portões se abriram, todo esse esforço para pegarmos um bom lugar.
Não quero puxar sardinha pro meu clube de coração, mas já do lado de fora pudemos observar a imponência da nova arena. Considerado um dos estádios mais belos do mundo, tudo ali é grande e principalmente bonito.
Pena que não deu tempo de fazer o passeio de reconhecimento, por motivos óbvios, porém da nossa posição era possível admirar os camarotes, restaurantes e aquela gigantesca estrutura.
O show de abertura começou dez minutos antes do horário e o principal também e aqui gostaria de abrir um parêntese. Não sou de ir muito a shows, porém aos que vou dificilmente começam no horário, muito pelo contrário, já fui a eventos que atrasaram de duas a três horas, um verdadeiro desrespeito para quem paga entradas.
Pra quem não conhece o Bon Jovi é uma banda estadunidense de hard rock, formada em 1982 no estado de Nova Jérsei. Até hoje, já foram vendidas mais de 130 milhões de cópias de seus trabalhos. Em turnês, o grupo já passou pelos cinco continentes. Muito lembrado pelas baladas e pela beleza dos seus integrantes, principalmente o vocalista que dá nome a banda.
Por isso nos deparamos com pessoas de todas as idades, principalmente senhoras com mais de quarenta anos.
O frontman não é só uma voz e um rostinho bonito, no alto dos seus cinquenta e cinco anos, ele dança, pula, rebola, gesticula, se emociona e lógico fez aquelas mais de setenta mil pessoas se emocionarem.
Desceu do palco e caminhou ao lado da turma do gargarejo, como é conhecido o pessoal que fica rente ao palco, como já é de praxe, fisgou uma fã e cantou especialmente pra ela em cima do palco. Nesse momento ouvíamos os suspiros gerais das moçoilas e também das nem tão moças assim e se pudéssemos pressentir-lhes os sentimentos, com certeza notaríamos a inveja em seus semblantes.
Algumas canções levaram-nas ao histerismo, claro que nossas esposas não fugiam a regra.
Aclamado pela crítica, foi um show muito melhor do que eles fizeram na noite passada no Rock in Rio. Com certeza as dezenas de milhares de pessoas que presenciaram aquele espetáculo, saíram exultantes com a performance da banda.
Não poderia deixar de registrar um dos momentos mais marcantes da nossa aventura, que foi ao sair do estádio fartos emocionalmente porém famintos literalmente.
Ambulantes vendiam pizzas na caixa por módicos dez reais. Que tipo de pizza custa dez reais? Porém o olho foi maior que a razão e pegamos uma, só depois de comê-la é que fomos nos preocupar com algum tipo de intoxicação.
Graças ao Bom Deus, nada de mal nos aconteceu, afinal já estávamos impregnados… intoxicados pelo bom e velho rock ‘n roll.

                Inibmort

7 de outubro de 2017 at 16:00 Deixe um comentário

Bon Jovi: Espantando a nhaca do Rock in Rio no São Paulo Trip

Por Diego Camara

Fotos: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

Recebi com grande apreensão algumas notícias de amigos que viram o show do Bon Jovi no Rock in Rio. Muitos reclamaram da capacidade vocal de Jon, que não soava tão bem tanto para os que estavam presentes no Palco Mundo quanto aos que assistiam pela TV. A idade chega para todos, e é natural que um vocalista não consiga cantar da mesma maneira aos 50, 60 ou 70 anos como quando cantava na casa dos seus 20 ou 30. Porém, qualificar o que é desleixo ou falência de mero envelhecimento natural é importante para que não se cometa o erro de desqualificar um profissional. E o que vimos em São Paulo foi, claramente, a segunda opção. Confiram abaixo os principais detalhes do show, com as todos de Ricardo Matsukawa, cedidas gentilmente pela Mercury Concerts.

O show começou cedo, com 10 minutos de antecedência, surpreendendo o público presente. O show iria ser longo, então, qualquer minuto de graça é sempre positivo. A banda abriu o show com “This House is Not for Sale”, do seu ultimo disco, lançado ano passado. A mulherada foi a loucura, os gritos da plateia eram altos e ensurdecedores, enchendo o estádio. As guitarras soavam muito bem, e os vocais não decepcionaram no geral. O som, porém, pareceu um pouco baixo no geral se comparado ao THE WHO, dois dias antes.

“Raise Your Hands” veio logo em seguida, mostrando a belíssima interação do público, levantando as mãos em cada vez que o refrão era recitado por Jon. O vocal aqui estava bastante baixo, sendo eclipsado pela força das linhas de guitarra, e o ótimo trabalho na bateria de Tico Torres, um dos grandes destaques do show. Em seguida, mais uma das novas: “Knockout”. Essa foi mais puxada nos vocais, e o show parecia por agora bastante promissor. Jon prometeu, inclusive, uma apresentação melhor no São Paulo Trip do que a feita no Rio de Janeiro.

A banda sacou uma porrada de sucessos de sua época de ouro, entrelaçadas por algumas músicas novas. “You Give Love a Bad Name” foi mais movimentada, com Bon Jovi utilizando a passarela e se aproximando mais do público. Mostrou fôlego e boa performance, alavancado pelo sucesso avassalador com os fãs. Tanto sucesso, que teceu elogios para as garotas brasileiras, arrancando suspiro das suas fãs por todo o estádio. Na sequência, arrancou outro ótimo momento em “Lay Your Hands On Me”, como grande frontman que é, desceu para o pit e saiu interagindo com os fãs na grade, que se apertaram o máximo que podiam para agarrar sua mão e cumprimenta-lo.

Outro dos momentos que merece ser notado foi em “Bed of Roses”, em outra emocionante e arrepiante performance, Bon Jovi convidou uma fã para o palco que, alvo de uma centena de flashes de celular, interagiu com ele durante toda a música, de maneira bastante insinuante. O público foi a loucura com a apresentação, e a garota parecia ali, estática, não acreditando no que claramente foi um sonho tornado realidade para a sortuda fã.

Os melhores momentos, porém, ficaram para o final com uma belíssima sequência de grandes sucessos no fechamento do show. Destaque para “Wanted Dead of Alive”, em outra belíssima performance instrumental da banda, com um solo de guitarra brilhante de Phil X, que deixa o público extasiado mais uma vez. Logo em seguida, com “Keep the Faith”, o baixo brilhou na abertura da música. A apresentação estava tão satisfatória para os fãs, que muitos pareceram ignorar o apagão momentâneo dos três telões do palco. A apresentação continuou normalmente até que o problema técnico fosse rapidamente resolvido.

Para fechar a parte principal da apresentação, a banda sacou “Bad Medicine”, que fez o publico cantar a plenos pulmões. A voz de Bon Jovi aqui praticamente desapareceu, sendo eclipsada pelos microfones altos dos vocais de apoio da banda e do coro emocionante do público, que não cedeu um minuto sequer, enchendo o estádio.

Para o bis, a banda não só tocou “Always” – a principal reclamação do público no Rock in Rio, que demonstrou grande insatisfação nas redes sociais pelo “esquecimento” da música, como tocou com propriedade. O público cantou muito alto, tornando quase impossível ouvir os vocais de Bon Jovi. O lindíssimo solo de guitarra coroou esta música também, emocionando todo o público. O grande sucesso da banda “Livin’”, veio logo em seguida, com o público tirando de letra e cantando sozinhos toda a introdução.

O resultado do show, em seu geral, foi bastante positivo, e muito diferente do que o que foi vociferado pelos críticos de plantão. Jon Bon Jovi esta sim velho, a idade chega para todos os que ainda estão vivos, mas sua performance no palco, ainda bastante elétrica, mostra que ele ainda tem muita lenha para queimar como o frontman que é. O público, e o resultado no rosto dos fãs no final do show, mostram exatamente isto.

Setlist:
1. This House Is Not for Sale
2. Raise Your Hands
3. Knockout
4. You Give Love a Bad Name
5. Born to Be My Baby
6. Lost Highway
7. We Weren’t Born to Follow
8. Lay Your Hands On Me
9. In These Arms
10. New Year’s Day
11. (You Want to) Make a Memory
12. Bed of Roses
13. It’s My Life
14. Someday I’ll Be Saturday Night
15. Wanted Dead or Alive
16. I’ll Sleep When I’m Dead
17. Have a Nice Day
18. Keep the Faith
19. Bad Medicine

Bis:
20. Always
21. Livin’ on a Prayer

Bis 2:
22. These Days

Vi no Whiplash

27 de setembro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Bon Jovi: veja repertório que deve ser tocado no Brasil 

Por Igor Miranda

Na última quinta-feira (14), o Bon Jovi deu início à parte sul-americana da “This House Is Not For Sale Tour”. A apresentação inicial ocorreu no Estadio Monumental de Santiago, no Chile.

O repertório tocado pelo Bon Jovi no Chile segue o padrão de datas anteriores da “This House Is Not For Sale Tour”. A mesma base deve ser trazida para os shows no Brasil, que acontecem nos dias 19, 22 e 23 de setembro, em Porto Alegre, Rio de Janeiro (Rock In Rio) e São Paulo (SP Trip), respectivamente.

Veja, abaixo, o repertório tocado pelo Bon Jovi no Chile:

1. This House Is Not for Sale
2. Raise Your Hands
3. Knockout
4. You Give Love a Bad Name
5. Born to Be My Baby
6. Lost Highway
7. We Weren’t Born to Follow
8. I’ll Sleep When I’m Dead
9. Runaway
10. We Don’t Run
11. Someday I’ll Be Saturday Night (Acoustic)
12. Bed of Roses
13. It’s My Life
14. Who Says You Can’t Go Home
15. God Bless This Mess
16. Wanted Dead or Alive
17. Lay Your Hands on Me
18. Have a Nice Day
19. Captain Crash & the Beauty Queen From Mars
20. Bad Medicine

Bis:
21. In These Arms
22. I’ll Be There for You
23. Livin’ on a Prayer

2° bis:
24. These Days
25. Keep the Faith

Vale destacar que podem ser feitas pequenas alterações para o show no Rock In Rio, devido ao tempo de performance. Confira, a seguir, vídeos do show realizado no Chile.

Vi no Whiplash

20 de setembro de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Metallica: Lars pressente que serão a primeira banda a tocar no espaço

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O baterista do METALLICA, Lars Ulrich, disse que gostariam de ser a primeira banda a tocar no espaço. Em 2013, a banda estabeleceu um recorde mundial ao tocar em todos os sete continentes em um ano – completando o feito ao se apresentar para um grupo de 120 cientistas em uma cúpula transparente na Estação Carlini, na Antártida. Kirk Hammett relatou que ele sempre quis tocar “em um ônibus espacial, talvez na lua” enquanto eles estavam tocando em todo lugar da Terra.

E quando perguntado sobre a oportunidade de ser a primeira banda a tocar no espaço, o baterista Lars Ulrich disse que eles já “jogaram uma verde” para ver se isso poderia ocorrer algum dia.

Falando com o Siriusxm depois de um ensaio em Baltimore recentemente, Lars Ulrich mencionou: “Viver em San Francisco, que é a porta de entrada para o futuro, com todas essas coisas claramente sendo planejadas em San Francisco até certo ponto, é realmente sentir que estamos perto como jamais poderíamos estar”.

“Estamos ligados em alguns indivíduos – nada vale a pena dizer ainda. A manchete ‘Metallica promete tocar no espaço’ pode definitivamente não dar em nada”. Ele afirma: “Eu realmente não quero me comprometer com nada além de dizer que, se houver realmente uma possibilidade para que isso aconteça, então estaremos feliz no primeiro lugar na fila”.

“Eu acredito que nós temos mostrado ao longo das últimas décadas que esse entusiasmo, aquela sensação de aventura ainda arde em nós e que nós gostaríamos de, e dar todo o esforço possível para, fazer algo fora do comum acontecer, então fique olhando pro céu.”

Vi no Whiplash

31 de maio de 2017 at 14:41 Deixe um comentário

23/09/17 – Bon Jovi e The Kills (São Paulo – SP)

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Por Bruce William

SÃO PAULO TRIP – Concert Series vai fazer a cidade tremer entre os dias 21 e 26 de setembro de 2017. Será a maior viagem do ano.

23/09/2017 – Bon Jovi + The Kills

Local: Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – São Paulo

Horários
Portão: 16h
The Kills: 20h
Bon Jovi: 21h30

SÃO PAULO TRIP

São Paulo é uma viagem. Aqui milhares de pessoas chegam e partem diariamente de seus aeroportos, rodoviárias e estações de trem, ou simplesmente pegam o carro e caem na estrada, como fez Jack Kerouac há seis décadas. SÃO PAULO TRIP será uma viagem sonora ao som de The Who, Bon Jovi, Guns ‘N’ Roses, Aerosmith, Def Leppard, The Cult, Alice Cooper. Uma sequência de shows que vai fazer São Paulo tremer ao som de quatro datas com bandas lendárias. O estádio Allianz Parque vai pendurar as chuteiras por alguns dias para receber milhares de fãs, que vão dançar e cantar ao som de shows inesquecíveis.

A maratona de shows do SÃO PAULO TRIP terá várias cores. A série de shows trará grandes bandas de rock, mas as próximas podem abrigar outras tendências. A produção será da Mercury Concerts, empresa de entretenimento que produz grandes turnês em toda América Latina. Com décadas de experiência em megashows e festivais em toda a região, a Mercury traz para a cidade as melhores bandas do rock mundial.

 

Vi no Whiplash

24 de maio de 2017 at 10:00 Deixe um comentário

Guns N’ Roses: o fã que salvou Axl Rose do deserto em Dubai

Por Bruce William, Fonte: Blitz
 .
A história abaixo foi contada por um fã que atende pelo nick “Zainal”, e aconteceu no dia 3 de março de 2017, quando o Guns N’ Roses se apresentou em Dubai, nos Emirados Árabes:

“Eu estava atrasado e havia muito trânsito. As pessoas pararam os carros (na estrada), saíram dos táxis e caminharam em direção (ao local do) show. E nós decidimos cortar caminho pelo deserto até lá. Quando chegamos na entrada do deserto, apareceu um sujeito enorme que nos parou para deixar passar dois veículos. Ao chegarmos perto da entrada (do local do show), um dos carros ficou preso na areia, e os passageiros do outro saíram para ajudar. Estávamos já prestes a ultrapassar quando aquele cara do começo nos pede para parar outra vez e diz: ‘Axl Rose está naquele carro. Vocês podem levá-lo ao show?’. Não acreditávamos no que ouvíamos. No fim das contas chegou outro cara num Land Cruiser que acabou por levar Axl e a equipe e nós levamos o manager. Chegando lá, nos ofereceram passes livres nos bastidores, e assistimos o show bem em frente ao palco, foi uma experiência completamente maluca”.

Para provar a veracidade da história, “Zainal” postou a foto abaixo, com Axl Rose no meio do deserto de Dubai.

Vi no Whiplash

12 de abril de 2017 at 9:00 Deixe um comentário

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